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Desperdício de alimento e fome: entenda essa relação

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Criado em 25/07/16 11h20 e atualizado em 25/07/16 11h49
Por Instituto Akatu


Você sabia que nós produzimos comida suficiente para alimentar toda a humanidade, porém mais de 1 bilhão de pessoas passam fome no mundo? Essa situação se explica, em parte, por causa do desperdício. Só no Brasil, 1/3 dos alimentos são desperdiçados.

Quer saber mais? Assista ao vídeo do Instituto Akatu:

SAIBA MAIS:


Fonte: EBC


 

Brasil desperdiça 40 mil toneladas de alimento por dia, diz entidade

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Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil


No Brasil, diariamente, são desperdiçados 40 mil toneladas de alimentos, segundo Viviane Romeiro, coordenadora de Mudanças Climáticas do World Resources Institute (WRI) Brasil, uma instituição de pesquisa internacional. Isso coloca o Brasil, segundo ela, entre os dez países que mais perdem e desperdiçam alimentos no mundo. Viviane participou do Sustainable Food Summit da América Latina, evento promovido pela Rede Save Food Brasil, na tarde de hoje (30), em São Paulo, e que discutiu a perda e o desperdício com alimentos em todo o mundo.

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Brasil é um dos dez países que mais perdem e desperdiçam alimentos no mundoAntonio Cruz/Agência Brasil

“O Brasil está entre os dez principais países que mais perdem e desperdiçam alimento. Estamos falando da cadeia de perda e de desperdício. Perda que tem a ver com a colheita, a pós-colheita, com a distribuição e o desperdício que já vem no final da cadeia, que é no varejo, no supermercado e com o hábito do consumidor”, disse Viviane.

Supermercado colhe verduras plantadas na própria loja

Verduras e temperos são cultivados dentro do supermercado – nas próprias prateleiras


 

Pâmela CarbonariSuperinteressante – 29/03/2016


 

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 Consumidores preocupados com sustentabilidade e consumo consciente preferem alimentos orgânicos, compram de pequenos produtores, escolhem produtos com embalagens menos nocivas ao meio ambiente e torcem o nariz para aqueles que precisaram viajar por horas para chegar às prateleiras. Pensando nisso, um supermercado de Berlim decidiu reduzir a distância entre os clientes e as plantações: e cultivar verduras dentro da própria loja.

O mercado Metro instalou caixas modulares nas prateleiras onde planta verduras, rabanetes e ervas. No micro jardim do supermercado, todo o ambiente é controlado por computador: umidade, temperatura, nutrientes e exposição à luz. Sem terra e com técnicas de hidroponia, as plantas crescem mais rápido, mais fortes e com economia de fertilizantes e água.

A Lei da água: Novo código florestal

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Acaba de ser lançada uma campanha de crowdfunding para o documentário que desvenda o novo Código Florestal. Dirigido por André D’Elia, com produção executiva de Fernando Meirelles, o filme retrata a polêmica sobre as mudanças na legislação que prevê o que deve ser conservado e pode ser desmatado nas propriedades rurais e cidades brasileiras. O longa alerta sobre consequências da nova lei e o que ainda pode ser feito para evitar mais prejuízos ao meio ambiente. A controvérsia entre ambientalistas, ruralistas e cientistas é fio condutor de narrativa.

Veja o trailer:

Financiamento coletivo
Produzido pela Cinedelia, com co-produção da O2 Filmes, “A Lei da Água” conta com um financiamento coletivo – uma campanha de crowdfunding pelo Catarse (agua.catarse.me) – para levar o filme a sessões nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Brasília, Curitiba, Porto Alegre e Belo Horizonte.

Técnicas para armazenar água e produzir alimentos ajudam a viver no semiárido

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Produtor rural no SemiáridoArquivo/Agência Brasil

Edwirges Nogueira – Enviada Especial da Agência Brasil/EBC Edição: Lílian Beraldo

A solução para reduzir os impactos negativos da seca está no próprio semiárido. É o que demonstram diversas famílias e comunidades cearenses que conseguem fazer bom uso dos recursos que ficam escassos nos meses de estiagem. E muita coisa é feita ali, ao lado das casas. O agricultor João Firmino, 85 anos, desceu a serra de Baturité, no centro-norte do Ceará, na década de 1950 para viver no Sertão Central (historicamente considerada a área mais árida do estado) e conta que, naquela época, não faltava serviço. Para ter água em casa, entretanto, era preciso sair às duas da madrugada em direção a um açude.

Que tal se tornar guardião das abelhas (brasileiríssimas!) sem ferrão?

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Vanessa Daraya – 09/02/2015 às 16:29

*Com Mônica Nunes

Picada de abelha dói e costuma ser uma experiência traumatizante. Por isso, tem tanta gente com medo desse inseto. Mas você sabia que as abelhas que têm ferrão ativo são exóticas ou invasoras? Ou seja, não são nativas, mas foram trazidas para o Brasil. Mas, aqui, existem mais de 300 espécies nativas – ‘sem ferrão’ – que são fundamentais para o equilíbrio do nosso ecossistema. E o mais legal: não machucam. Na verdade, elas têm ferrão, que é atrofiado devido a um processo natural de evolução.

Para torná-las conhecidas do grande público e também ajudar a preservá-las, o comerciante paulistano Gerson Pinheiro criou a ONG SOS Abelhas Sem Ferrão*, em janeiro de 2014. Tudo começou quando sua filha Ana Clara voltou de uma excursão da escola com a ideia de ter um enxame de abelhas em casa. “Confesso que me assustei. Fui pesquisar a respeito e me deparei com esse universo tão importante para nossa sobrevivência. A partir de então, resolvi dedicar parte de meu tempo para fazer algo para proteger esses seres mágicos”, contou.

Falta de água ameaça segurança alimentar no Brasil

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Foto: Ian Sane/Creative Commons/Flickr

 José Eduardo Mendonça* – 03/02/2015 às 12:21

Abastecimento urbano em São Paulo é crítico

Em janeiro, Francisco Graziano, diretor-geral da agência da ONU para agricultura e alimentos (FAO), lembrava em artigo no jornal Christian Science Monitor que no mundo atualmente mais de 825 milhões ainda passam fome, embora a quantidade dealimentos produzidos seja mais que suficiente para todos. As populações mais pobres não têm acesso aos recursos necessários à produção, como terra, crédito e água.

No Brasil, a falta do terceiro recurso já está provocando impactos, principalmente nos estados do sudeste e na cidade de São Paulo. Ela é cercada por um importante cinturão verde de abastecimento, onde não foram tomadas pelo governo estadual quaisquer medidas preventivas, mesmo com alertas que vinham sendo feitos pela comunidade científica há uma década sobre a situação dos reservatórios.

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