Arquivo para ‘Mundo Animal’ Categoria

Como os peixes dormem?

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Criado em 28/03/16 11h02 e atualizado em 28/03/16 11h41
Por Instituto Pensi  – Fonte:Blog sobre Saúde Infantil – Hospital Infantil Sabará


Bom, primeiramente temos que esclarecer que os peixes, diferentemente de nós, não apresentam pálpebras, isto é, aquela pele que nós humanos apresentamos acima dos olhos e com a qual podemos fechá-los. Dito isso, já sabemos também que o peixe não fecha os olhos e, por isso, não dorme como nós. Quem tem aquário em casa com certeza já viu, em algum momento do dia, seu peixe parado dentro do vidro, como se estivesse petrificado, não é mesmo? O fato é que os peixes tradicionais, quando estão cansados, não se apoiam sobre algum local e deixam o corpo na horizontal. Com eles, isso se dá de forma diferente.

Polícia Militar apreende mais de 30 jabutis mantidos em cativeiro no município de Miracema, TO

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Por Lara Tavares


A Polícia Militar, por meio do Batalhão de Polícia Militar Ambiental, apreendeu 32 jabutis, que eram mantidos em cativeiro, no município de Miracema, nesta terça-feira, 26. A prática de cativeiro de animais silvestres configura crime ambiental.

Após uma denúncia anônima, os militares se deslocaram até uma residência, na qual os quelônios foram recolhidos e o indivíduo envolvido foi multado administrativamente no valor de R mil reais, conforme legislação ambiental. Além de ser conduzido à Delegacia de Polícia para as devidas providências.

Os jabutis foram encaminhados para o Centro de Triagem de Animais Silvestres – CETAS, na 2ª Cia de Policia Militar Ambiental em Araguaína, para reabilitação e posterior soltura em seu habitat.

O BPMA orienta que criar animais silvestres sem a devida licença do órgão ambiental competente configura crime ambiental sujeito a multa administrativa e sanções criminais prevista na Lei nº 9.605/98 e Decreto nº 6514/98.

O amor desinteressado dos animais

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Psicanalista e veterinário, Dr. Marcos Fernandes desvenda a interação entre os animais domésticos e seus tutores


Josevânia

Nos dias de hoje, dizer a um tutor que seu animal de estimação se parece com ele é um grande elogio. A força do amor, da afetividade e do companheirismo dos bichos, especial­mente os de estimação, é extremamente benéfica para as pessoas. Há inúmeros trabalhos científicos que ilustram o quanto eles fazem bem para a saúde, diminuindo riscos de infarto e hipertensão, bem como auxiliando os pacientes autistas.

Acostumado a ouvir em consultório relatos emocionados de casos de cura de depressão, síndrome do pânico, ansiedade e falta de motivação em que a presença do bichinho fez toda a diferença para sua recuperação, o psicanalista e veterinário homeopata Marcos Fernandes revela na obra Cara de um, focinho do outro, publicado pela Butterfly Editora, que os animais interagem com seus tutores mais do que eles possam imaginar.

Fotógrafa faz foto comovente de urso polar em ″pele e osso″

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Vanessa BarbosaEXAME.com – 01/09/2015

A fotógrafa Kerstin Langenberger é uma das centenas de turistas que viajam todos os anos para o fiórde de Svalbard, no ártico norueguês, para observar ursos polares. Mas o que ela viu, recentemente, a deixou perplexa: Kerstin encontrou, repetidas vezes, animais famintos e com pouco mais do que pele e osso.

Em um post comovente em seu perfil no Facebook, a fotógrafa publicou a imagem de um urso polar raquítico vagando atrás de alimento. Ela atribuiu a situação chocante ao degelo recorde do Ártico, associado ao aumento das temperaturas em meio às mudanças climáticas.

“Eu vejo geleiras recuando dezenas a centenas de metros a cada ano. Eu vejo o bloco de gelo desaparecendo em velocidade recorde. Sim, eu vi ursos em boa forma – mas também tenho visto [ursos] mortos e morrendo de fome. Ursos andando nas margens à procura de comida, ursos tentando caçar renas, comer ovos do pássaro, musgo e algas”, escreveu a fotógrafa.

Dicas auxiliam quem tem ou quer ter um animal de estimação

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Criado em 31/08/15 09h27 e atualizado em 31/08/15 09h40
Por Proteste

Há 52 milhões de cães e 22 milhões de gatos nos lares brasileiros, conforme dados deste ano, do IBGE. Infelizmente, milhões de animais domésticos não tiveram essa sorte. A Organização Mundial de Saúde estima que haja no Brasil 30 milhões de animais abandonados (20 milhões de cães e 10 milhões de gatos).

Antes de se levar para casa um animal, seja ele filhote ou adulto, macho ou fêmea, é fundamental que se tenha em mente que não se trata de um brinquedo, mas sim de um ser vivo que precisa de cuidado, carinho, alimentação, higiene, vacinas e de um local limpo e seguro enquanto viver.

Para que você tenha acesso às melhores dicas para cuidar do seu amigo, a PROTESTE preparou a Cartilha do Pet que pode ser vista aqui.

Concurso premiará soluções de combate ao comércio ilegal de animais silvestres

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Fábio Paschoal
Arara-azul (Anodorhynchus hyacinthinus) em cativeiro

RedaçãoNational Geographic Brasil – 19/05/2015

National Geographic, em parceria com a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), o Instituto Smithsonian e a rede de monitorização do comércio de animais silvestres TRAFFIC, convida organizações e indivíduos para participar de um concurso que irá selecionar projetos comsoluções científicas e tecnológicas inovadoras de combate ao comércio ilegal deanimais silvestres.

Os finalistas receberão assessoria técnica, apoio para o desenvolvimento de uma rede de relacionamentos para maximizar seus projetos e um acordo de patrocínio que pode variar de 100 mil a 500 mil dólares. O objetivo da iniciativa é amplificar o Plano Presidencial dos EUA de Implementação da Estratégia Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres, lançado em 2014.

Sem abelhas, sem comida

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Reprodução
Foto: Wikimedia Commons

José Eduardo Mendonça – 07/05/2015 às 17:05

Já tem quase uma década que criadores de abelhas e cientistas começaram a perceber um declínio nas populações destes insetos e de outros polinizadores, marcadamente na Europa e Estados Unidos (embora o fenômeno esteja se espalhando na Ásia e na África). Eles são de importância crítica para nossa oferta de alimentos.

Estudiosos mostraram que esta queda, conhecida como desordem do colapso de colônias, se deve a diversos fatores, da mudança do clima a vírus e perda de habitats. Mas o uso exagerado de alguns pesticidas, conhecidos como neocotinóides, é um contribuinte importante. São os mais usados no mundo. A substância reveste as sementes utilizadas nas plantações. Estima-se, por exemplo, que estes pesticidas estejam presentes em mais de 95% da produção americana de milho.

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