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Abcam confirma acordo com governo e pede fim da paralisação

Paralisação dos caminhoneiros na Rodovia Presidente Dutra, no Rio de Janeiro. (Reprodução)


Publicado em 28/05/2018 – 08:50

Por Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil  Brasília


A Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam) confirmou hoje (28) a assinatura do acordo para pôr fim à paralisação dos caminhoneiros autônomos. O governo federal decidiu congelar por 60 dias a redução do preço do diesel na bomba em R$ 0,46 por litro, valor referente ao que seria a retirada do PIS/Cofins e da Cide sobre esse combustível. Depois desse período, o preço do diesel será ajustado mensalmente. Além disso, a alíquota da Cide sobre o diesel será zerada até o final do ano.

“A Abcam considera o acordo assinado uma vitória, já que o anterior previa uma redução de apenas 10% por apenas 30 dias. Entretanto, a associação acredita que até dezembro deste ano o governo encontre soluções para que essa redução seja permanente”, informou a associação, em nota.

Plenário da Câmara rejeita denúncia contra Temer por 251 a 233 votos

 

Reprodução: Votação favorável ao presidente Temer alcançou os 172 votos necessários para rejeitar a denúncia
Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil



  • 25/10/2017 21h40 – Brasília

Iolando Lourenço e Heloisa Cristaldo – Repórteres da Agência Brasil


Pouco mais de um mês após chegar à Câmara, os deputados rejeitaram na noite de hoje (25) o pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) para investigar o presidente da República, Michel Temer, e os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria Geral). Foram 251 votos contrários à autorização para investigação, 233 votos favoráveis e duas abstenções. Com isso, caberá ao presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia, comunicar agora à presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Carmén Lúcia, a decisão da Casa. Foram 486 votantes e 25 ausentes.

Outubro Rosa: acesso a tratamento é prioridade para a Sociedade de Mastologia


Divulgação (Eni)



  • 02/10/2017 16h56 – Rio de Janeiro
Alana Gandra – Repórter da Agência Brasil

A Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) escolheu o acesso ao tratamento como prioridade da campanha anual de combate ao câncer de mama e de conscientização sobre a importância da detecção precoce da doença. Todos os anos, a SBM promove campanhas como parte do movimento internacional Outubro Rosa.

“Não adianta a gente discutir terapias ultramodernas, cirurgias sofisticadas, radioterapia intraoperatório se as mulheres que têm câncer de mama no nosso país não conseguem agendar uma consulta com mastologista ou não conseguem fazer uma mamografia”, lamentou hoje (2), em entrevista à Agência Brasil, o presidente da SBM, Antônio Frasson.

A falta de acesso atinge, principalmente, pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) o que provoca sofrimento na paciente e na família. A reversão desse quadro, segundo Frasson, depende mais de políticas públicas de atenção à saúde do que dos profissionais médicos.

Distritão valerá nas eleições de 2018 e 2020; votação dos destaques volta às 10h

Reprodução: Deputados retomarão a votação dos destaques da proposta de reforma política na manhã desta quinta-feira
Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil



  • 10/08/2017 02h00 – Brasílialocalização

Da Agência Brasil *


A comissão especial da Câmara que analisa a reforma política aprovou na madrugada de hoje (10) um destaque que modificou o texto-base aprovado na noite de ontem (9) da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 77/03 e alterou o sistema eleitoral para as eleições de 2018 e 2020, que passará a ser feita pelo chamado distritão. Por esse sistema, serão eleitos os candidatos mais votados para o Legislativo, sem levar em conta os votos recebidos pelo conjunto dos candidatos do partido, como é o sistema proporcional adotado atualmente.

O texto apresentado originalmente pelo deputado Vicente Candido (PT-SP), mantinha o sistema eleitoral atual para 2018 e 2020 e estabelecia que o sistema de voto distrital misto, que combina voto majoritário e em lista preordenada, deve ser regulamentado pelo Congresso em 2019 e, se regulamentado, passa a valer para as eleições de 2022.

Câmara rejeita denúncia contra Michel Temer

Reprodução: Plenário da Câmara rejeitou autorização para STF investigar denúncia contra o presidente Michel Temer
Wilson Dias/Agência Brasil



  • 02/08/2017 20h29 – Brasília

Ivan Richard Esposito e Iolando Lourenço – Repórteres da Agência Brasil*


A Câmara dos Deputados rejeitou há pouco a denúncia contra o presidente Michel Temer. O voto de número 172 foi da deputada Rosângela Gomes (PRB-RJ). Mas antes do voto da parlamentar, o governo já tinha conseguido matematicamente barrar a denúncia, considerando a soma dos votos a favor do parecer da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) contrário à admissibilidade da denúncia, ausências (13) e abstenções (1).

Isso porque eram necessários o mínimo de 342 votos contra o parecer do deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) e, com isso, autorizar o Supremo Tribunal Federal (STF) a investigar o presidente. A vitória do governo foi conquistada durante a votação da bancada do Rio de Janeiro.

Plenário da Câmara deve votar hoje parecer sobre denúncia contra Temer

Reprodução: Plenário da Câmara dos Deputados José Cruz/Arquivo AgenciaBrasil



  • 02/08/2017 05h51 – Brasília

Iolando Lourenço – Repórter da Agência Brasil


A Câmara dos Deputados deverá votar hoje (2) o parecer da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), contrário à admissibilidade da denúncia contra o presidente Michel Temer pelo suposto crime de corrupção passiva. O início da sessão está marcado para as 9h e os trabalhos devem se estender por todo o dia.

A discussão da denúncia só poderá ser iniciada quando estiverem presentes no plenário pelo menos 52 deputados. A votação só pode começar com a presença de 342 parlamentares em plenário. A votação será por chamada nominal, começando pelos deputados de um estado da Região Norte e, em seguida, dos deputados de um estado da Região Sul.

Moro condena Lula a nove anos e seis meses de prisão no caso triplex

Reprodução|: Ex-presidente Lula participa da 5ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)


  • 12/07/2017 15h03 – Brasília

Ivan Richard Esposito – Repórter da Agência Brasil*


O juiz federal Sergio Moro, responsável pela Operação Lava Jato na primeira instância, condenou nesta quarta-feira (12) o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a nove anos e seis meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A condenação é relativa ao processo que investigou a compra e a reforma de um apartamento triplex em Guarujá, no litoral de São Paulo. A sentença, divulgada hoje (12), prevê que Lula poderá recorrer da decisão em liberdade.

Na decisão (clique aqui para acessar a íntegra), Moro afirma que as reformas executadas no apartamento pela empresa OAS provam que o imóvel era destinado ao ex-presidente.

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