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Reino Unido acusa Al-Assad por ataque com armas químicas na Síria


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  • 05/04/2017 07h36 – Bruxelas

Da Agência EFE


O ministro das Relações Exteriores do Reino Unido, Boris Johnson, responsabilizou hoje (5) o regime do presidente da Síria, Bashar al Assad, pelo ataque com armas químicas na cidade de Jan Shijun, no norte da Síria, que deixou 72 mortos, entre eles 20 crianças.

“Todas as provas que vi sugerem que foi o regime de Al-Assad o responsável, com total conhecimento que estavam usando armas ilegais em um ataque bárbaro contra gente corrente”, disse Johnson em Bruxelas, durante sua chegada para conferência internacional sobre a Síria.

“Eu não vi absolutamente nada que sugira ter sido alguém fora do regime”, afirmou. “Eu gostaria que os responsáveis pagassem um preço por isto. Certamente, não vejo como um governo como esse pode continuar a ter alguma administração legítima sobre o povo da Síria”, disse Johnson. Ele classificou de “bárbaro” o regime comandado por Al-Assad.

Ações de frigoríficos despencam e fazem bolsa encerrar com forte queda

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  • 17/03/2017 18h29 – Brasília

Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil


A operação da Polícia Federal que desmontou um esquema de venda de carnes irregulares teve reflexos no mercado financeiro. Puxado pelas ações dos frigoríficos JBS e BRF, empresas acusadas de liderarem a fraude, o índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, encerrou esta sexta-feira (17) com queda de 2,39%, aos 64.210 pontos. Essa foi a maior queda percentual desde 30 de janeiro, quando o índice caiu 2,62%.

Somente as ações da JBS (dona de marcas como Friboi e Seara) despencaram 10,59%. Os papéis da BRF (que opera marcas como Sadia e Perdigão) recuaram 7,25%. As ações da Petrobras, as mais negociadas, também contribuíram para o desempenho negativo. Os papéis ordinários (com direito a voto em assembleia de acionistas) caíram 3,69%. As ações preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) tiveram desvalorização de 4,01%.

MPT recorre de decisão que impediu publicação de lista suja do trabalho escravo


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Felipe Pontes – Repórter da Agência Brasil


O Ministério Público do Trabalho (MPT) entrou com um mandado de segurança no Tribunal Superior do Trabalho (TST) para tentar reverter a decisão que impediu a publicação do cadastro de empresas autuadas pelo governo por submeter seus empregados a condições análogas à escravidão.

“A publicação imediata do Cadastro de Empregadores que exploram trabalhadores em condições análogas à de escravo é reconhecida, aqui e nas mais diversas e elevadas instâncias internacionais, como o mais efetivo, eficaz e expedito modo de combater o mal do trabalho escravo”, escreveu o subprocurador-geral do Trabalho, Manoel Jorge e Silva Neto, na petição datada da última sexta-feira (10).

A chamada “lista suja do trabalho escravo” tem sido tema de uma série de decisões judiciais conflitantes nos últimos anos. Na semana passada, o presidente do TST, ministro Ives Gandra Martins Filho, acolheu argumentos da Advocacia-Geral da União (AGU) e derrubou uma decisão liminar (provisória) que determinava a publicação imediata do cadastro.

Brasil registrou em 2015 mais de cinco estupros por hora, mostra anuário


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  • 03/11/2016 09h28publicação
  • São Paulo

Camila Boehm – Repórter da Agência Brasil


Mais de cinco pessoas são estupradas por hora no Brasil, mostra o 10º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, produzido pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), divulgado hoje (3). O país registrou, em 2015, 45.460 casos de estupro, sendo 24% deles nas capitais e no Distrito Federal. Apesar de o número representar uma retração de 4.978 casos em relação ao ano anterior, com queda de 9,9%, o FBSP mostrou que não é possível afirmar que realmente houve redução do número de estupros no Brasil, já que a subnotificação desse tipo de crime é extremamente alta.

“O crime de estupro é aquele que apresenta a maior taxa de subnotificação no mundo, então é difícil avaliar se houve de fato uma redução da incidência desse crime no país”, disse a diretora executiva do Fórum, Samira Bueno.

Ministério Público do Rio cria grupo para combater feminicídio


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  • 13/10/2016 11h31
  • Rio de Janeirolocalização

Agência Brasil


O Ministério Público do Rio de Janeiro anunciou a criação do Grupo Especial de Combate a Homicídios de Mulheres (Gecohm) com o objetivo de reduzir a violência de gênero no estado do Rio de Janeiro. Uma das metas é mapear os crimes que se enquadrem em feminicídio – homicídio de mulheres praticado motivado por questão de gênero.

A iniciativa foi proposta pelo Centro de Apoio Operacional da Violência Doméstica do Ministério Público (CAO) e tem como objetivo cumprir a meta de reduzir o crime de feminicídio, conforme estabelece a Estratégia Nacional de Justiça e Segurança Pública (Enasp). A metodologia foi aprovada em março deste ano pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).

Em uma primeira etapa, o grupo vai concentrar esforços na resolução de homicídios de mulheres. De acordo com a coordenadora do CAO, a promotora de Justiça Lúcia Iloízio, a criação do grupo vai otimizar a atuação do MPRJ nos casos.

Luiza Brunet não é a única; saiba como denunciar violência contra a mulher

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Por Leandro Melito Fonte:Portal EBC


Dois casos de agressão contra mulheres que ganharam repercussão na imprensa e nas redes sociais essa semana reforçam a importância da denúncia desse tipo de crime às instâncias adequadas. No último domingo, um menino de 11 anos postou em seu perfil no Facebook a foto de sua mãe batsante machucada após ser agredida pelo marido, o sargento Joel Jorge. “Estou fazendo aqui um protesto contra meu pai Joel Jorge”, escreveu o rapaz em seu perfil.

A foto repercutiu nas redes sociais e gerou comeoão em relação ao caso. Hoje (1°) veio a público o depoimento da atriz Luiza Brunet que teve quatro costelas quebradas após ser agredida pelo marido, o empresário Lírio Albino Parisotto em Nova Iorque, segundo divulgou o jornal O Globo.

Internet: Roraima lidera busca pelo termo “Fui Estuprada”

Levantamento do Google indica silenciamento da violência sexual, diz coordenadora do Instituto de Pesquisa Aplicada da Mulher


Repórter Amazônia em 02/06/2016 – 20:19


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Como combater o abuso sexual pixabay

Fui estuprada”. “Fui abusada”. “Fui molestada”. Essas frases são termos digitados nos sites de busca na internet. A curiosidade pode revelar que na frente do monitor existe alguém buscando online explicações para suas dores.

Levantamento feito pelo Google para a empresa de comunicação BBC Brasil indica de onde vieram, no Brasil, as buscas por expressões que indicam violência contra mulher. Os dados correspondem ao período entre abril de 2004 e abril de 2016.

Os internautas que mais buscaram pelo termo “fui abusada”, estavam no Amazonas. No mapeamento, o estado também aparece entre os cinco nas pesquisas das outras expressões.

No ranking, o Piauí é o estado de origem da maioria das buscas pelo termo “fui molestada”. E Sergipe, pela expressão “fui assediada”.

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