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Reino Unido acusa Al-Assad por ataque com armas químicas na Síria


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  • 05/04/2017 07h36 – Bruxelas

Da Agência EFE


O ministro das Relações Exteriores do Reino Unido, Boris Johnson, responsabilizou hoje (5) o regime do presidente da Síria, Bashar al Assad, pelo ataque com armas químicas na cidade de Jan Shijun, no norte da Síria, que deixou 72 mortos, entre eles 20 crianças.

“Todas as provas que vi sugerem que foi o regime de Al-Assad o responsável, com total conhecimento que estavam usando armas ilegais em um ataque bárbaro contra gente corrente”, disse Johnson em Bruxelas, durante sua chegada para conferência internacional sobre a Síria.

“Eu não vi absolutamente nada que sugira ter sido alguém fora do regime”, afirmou. “Eu gostaria que os responsáveis pagassem um preço por isto. Certamente, não vejo como um governo como esse pode continuar a ter alguma administração legítima sobre o povo da Síria”, disse Johnson. Ele classificou de “bárbaro” o regime comandado por Al-Assad.

Conflito agrário: 20 anos após massacre, tensão persiste em Eldorado dos Carajás

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No dia 17 de abril de 1996, 19 trabalhadores rurais sem-terra foram mortos no episódio que ficou conhecido como massacre de Eldorado dos CarajásJoão Roberto Ripper/Direitos Reservados


Felipe Pontes / Repórter da Agência Brasil


Passadas duas décadas do massacre em que 19 trabalhadores sem-terra foram mortos pela Polícia Militar, a região de Eldorado dos Carajás, no sudeste do Pará, volta a ser o centro das atenções da comunidade internacional dedicada à luta no campo e permanece uma das áreas de maior tensão no meio rural brasileiro.

Como em todos os anos, as 690 famílias sobreviventes que hoje vivem no assentamento 17 de abril participam de um ato ecumênico na curva do “S”, na BR-155, onde ocorreu o massacre. Lá, 19 castanheiras foram plantadas em homenagem às vítimas da chacina.

Fotógrafa faz foto comovente de urso polar em ″pele e osso″

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Vanessa BarbosaEXAME.com – 01/09/2015

A fotógrafa Kerstin Langenberger é uma das centenas de turistas que viajam todos os anos para o fiórde de Svalbard, no ártico norueguês, para observar ursos polares. Mas o que ela viu, recentemente, a deixou perplexa: Kerstin encontrou, repetidas vezes, animais famintos e com pouco mais do que pele e osso.

Em um post comovente em seu perfil no Facebook, a fotógrafa publicou a imagem de um urso polar raquítico vagando atrás de alimento. Ela atribuiu a situação chocante ao degelo recorde do Ártico, associado ao aumento das temperaturas em meio às mudanças climáticas.

“Eu vejo geleiras recuando dezenas a centenas de metros a cada ano. Eu vejo o bloco de gelo desaparecendo em velocidade recorde. Sim, eu vi ursos em boa forma – mas também tenho visto [ursos] mortos e morrendo de fome. Ursos andando nas margens à procura de comida, ursos tentando caçar renas, comer ovos do pássaro, musgo e algas”, escreveu a fotógrafa.

O Brasil vai desistir de combater o trabalho escravo?

Câmara discute mudar a definição do crime. Condições degradantes e jornada exaustiva deixariam de fazer parte do conjunto de fatores que caracterizam a exploração.

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Trabalhador resgatado em oficina de costura em São Paulo

Leonardo Sakamoto 

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou uma proposta que altera o conceito de trabalho escravo contemporâneo, facilitando a vida de quem se utiliza desse crime. O projeto de lei 3842/12, do deputado federal Moreira Mendes (PSD-RO) exclui condições degradantes de trabalho e jornada exaustiva do artigo 149 do Código Penal, que trata do tema.

O que isso significa? E em que contexto se insere?

Movimentos e organizações sociais, além de assessorias parlamentares, que acompanham as mudanças legislativas com relação ao combate ao trabalho escravo já esperavam a aprovação do projeto nessa comissão, que é dominada pela Bancada Ruralista, desde o final do ano passado. Segurou-se o quanto foi possível, mas, finalmente, passou.

Campanha contra o uso de peles ‘arranca o couro’ de bichinhos da Disney

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Divulgação/Saint Hoax

Thiago de AraújoBrasil Post – 11/12/2014

Os desenhos da Disney e seus bichinhos são conhecidos pela sua graça e magia perante o público de todo o mundo. Mas não apenas para esse fim esse alcance é útil, como o artista Saint Hoax quis demonstrar mais uma vez.

Depois de denunciar em junho deste ano os abusos sexuais contra crianças e adolescentes, em uma série de adaptações, ele agora usou os bichinhos da Disney para denunciar e boicotar o uso de peles por grandes conglomerados da indústria da moda.

“O conto da pele deu errado. Animais são espancados, eletrocutados ou esfolados vivos pelas suas peles. Boicote as peles”, diz a mensagem no cartoon do artista.

Em seu site oficial, Saint Hoax apresenta o trabalho – intitulado Furry Tale* – como “o destino que os mais amáveis personagens se eles integrassem o mercado de peles do mundo”.

Contra a caça da baleia, Austrália leva Japão ao tribunal internacional

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Foto: Michael Dawes/Creative Commons
Em Haia, caso pode definir futuro da pesca comercial

José Eduardo Mendonça

A Austrália acusou hoje o Japão de praticar a pesca comercial da baleia sob o disfarce de pesquisa científica , no primeiro dia de audiências entre as duas nações no Tribunal Internacional de Haia, em ação que poderá levar ao fim da atividade no Ártico.

O Japão apanha e mata centenas de baleias no Grande Mar do Sul a cada ano, mesmo tendo concordado com uma moratória internacional da atividade comercial em 1986, sob pressão dos Estados Unidos. Tóquio afirma estar fazendo pesquisas científicas, o que é permitido por um tratado de 1946, para estabelecer se estoques estão se recuperando do excesso de pesca. Mas a Austrália, apoiada pela Nova Zelândia, disse se tratar de um blefe para esconder o propósito verdadeiro.

SOBRE A EXALTAÇÃO À ZOOFILIA NO PROGRAMA DO JÔ

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POR FAVOR, DIVULGUEM. PUBLICADO NO FACEBOOK POR MIM, GILBERTO PINHEIRO 

É preciso entender que os tempos são outros e que muitos valores estão mudando. A defesa dos animais veio para ficar. É irreversível, pois somos a alma, o coração, a voz dos animais. Quem os maltrata, maltrata a mim e aos defensores.

Digo isso, pela decepção em relação a algumas pessoas populares e emblemáticas e ficar ciente do deboche em relação aos animais, como aconteceu quinta-feira passada, durante o programa do Jô Soares, quando o ator André Gonçalves falou sobre sua iniciação sexual, exatamente com galinhas, vacas, etc – o incauto ator não deve saber que prática de zoofilia ou apologia da mesma é crime.

O apresentador, assim como o público riam muito. E o público é universitário. O Brasil está mal de estudantes.

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