Arquivo para ‘Irresponsabilidade’ Categoria

Tragédia em Mariana

 

Reprodução



EBC


Depressão e outros problemas de saúde passaram a fazer parte da rotina

Reprodução

Há dois anos, a folha do calendário das casas de dois distritos de Mariana e um de Barra Longa, em Minas Gerais, foi virada pela última vez. O dia 5 de novembro de 2015 se eternizou nas paredes das casas que ficaram de pé em Bento Rodrigues, Paracatu e Gesteira. Desde então, a vida dos atingidos pela lama da mineradora Samarco está suspensa – 730 dias depois do rompimento da Barragem de Fundão, ainda se espera o reassentamento, a indenização, o rio límpido, cujas ações de reparo, complexas, enfrentam atrasos e obstáculos que desafiam os órgãos envolvidos.

Fundação refaz expedição no Rio Doce um ano após tragédia 07/11/2016

imagem-post

Reprodução


 


Um ano após o rompimento da barragem na cidade de Mariana (MG), uma segunda expedição da Fundação SOS Mata Atlântica para avaliar a qualidade da água na bacia do Rio Doce constatou que 14 pontos de coleta permanecem sem condições de uso, sendo que 13 continuam sem vida. Outros três se recuperaram. A análise foi realizada de 19 a 28 de outubro.

Ao todo, foram 18 pontos de coleta, porém num deles não foi possível realizar qualquer verificação, pois está soterrado. Nove trechos apresentaram IQA (Índice de Qualidade da Água) péssimo, quatro estavam ruins, três regulares e um ótimo. Na primeira expedição, realizada entre 6 e 12 de dezembro de 2015, o IQA foi péssimo em 16 localidades e em duas a avaliação foi de regular.

Samarco poderá desembolsar mais de R$ 20 bilhões por tragédia em Mariana

984753-aaa12188193_933209260087684_1863395923289567666_o-004

Reprodução
No acordo estão estipulados o manejo e a dragagem dos rejeitos, o tratamento dos rios, a recuperação da biodiversidade, incluídos os peixes, a flora e as faunas marinha e terrestre.
Leonardo Merçon/Instituto Últimos Refúgios/Divulgação


02/03/2016 21h15 – Brasília

Paulo Victor Chagas – Repórter da Agência Brasil


Os recursos prometidos nesta quarta-feira (2) pela mineradora Samarco para revitalizar a Bacia do Rio Doce vão variar conforme as necessidades de reparação, e não possuem um valor máximo de desembolso. As estimativas constam no acordo assinado entre a empresa, os governos de Minas Gerais, Espírito Santo e a União, e vão se somar ao cálculo já feito das medidas compensatórias, que custarão R$ 4,1 bilhões.

Conselho define destino de doações para vítimas de Mariana

Da Agência Brasil
984185-mg09112015-_wdo7416

Reprodução


Da Agência Brasil


Um conselho – formado por representantes das comunidades, da Ordem dos Advogados do Brasil, Arquidiocese de Mariana, Associação Comercial, prefeitura e Instituto Federal de Minas Gerais – reuniu-se na noite de ontem (4), em Mariana, em Minas Gerais.

Foi para definir o destino das doações feitas às vítimas do rompimento da barragem de Fundão, da mineradora Samarco, ocorrida no dia 5 de novembro.

As contribuições, que somam mais de R$ 1 milhão, serão aplicadas para que as crianças estudem. Os casais sem filho também terão direito a uma parte do valor.

Segundo a prefeitura, o dinheiro será dividido igualmente entre as crianças, independente da quantidade de filhos por família. Os casais que não tem filhos receberão o valor de uma criança.

Caminhos da Reportagem mostra o drama de quem perdeu tudo em Mariana

984182-mg09112015-_wdo7366

Reprodução

Criado em 06/12/15 12h41 e atualizado em 06/12/15 12h47
Por Caminhos da Reportagem Fonte:TV Brasil


 

Os moradores de Paracatu de Baixo e Bento Rodrigues, distritos de Mariana localizados a mais de 100 km de Belo Horizonte (MG), viveram no dia 5 de novembro a maior tragédia de suas vidas. Neste dia, uma das três barragens da mineradora Samarco situadas naquela região sofreu uma ruptura e derramou 40 milhões de metros cúbicos de rejeitos no Rio Gualacho, que desemboca no Rio Doce. A lama seguiu o curso do rio até a sua foz, no Espírito Santo.

O Caminhos da Reportagem foi até Bento Rodrigues resgatar o drama das famílias que perderam tudo o que tinham e ainda buscam notícias dos parentes desaparecidos. É o caso da dona de casa Marli de Fátima Felício Felipe que, um mês depois da tragédia, ainda espera encontrar o corpo da mãe. “Ainda tenho essa esperança. É uma vida que se perdeu. É um ser humano, não é animal, tem que ser encontrado”, desabafa a dona de casa.

Lama até o pescoço

Greenpeace chega as comunidades de Mariana, em Minas Gerais, para documentar a tragédia causada pelo rompimento das barragens da mineradora Samarco

MARIANA, MG, BRASIL: 14 Novembro 2015: Vista geral do distrito Bento Rodrigues, da cidade de Mariana em Minas Gerais. No dia 5 de novembro, uma barragem de rejeitos minerais da empresa Samarco (controlada pela Vale e pela anglo-australiana BHP) estourou, inundando de lama a regiao. Bombeiros e defesa civil interromperam os trabalhos de busca devido ao perigo de um novo rompimento na barragem Germano. Acredita se que 80% da cidade foi destruida. (Fotos: Victor Moriyama/Greenpeace)

Reprodução:Vista do arraial de Bento Rodrigues (© Victor Moriyama / Greenpeace)

14 de novembro – sábado

Terra arrasada não é suficiente para definir o cenário desolador que deu lugar aos distritos da cidade mineira de Mariana. Contrariando os avisos de que todos os acessos ao arraial de Bento Rodrigues, primeira comunidade a ser atingida pelo rompimento das barragens da Samarco, estariam fechados, encontramos uma estrada privada – de mineração – que nos deixou a menos de 100 metros do pequeno vilarejo.

No caminho, cenas aterradoras de enormes porções de terra totalmente lavadas pela força da lama composta de rejeitos minerais. Pesquisadores do Greenpeace levantaram que um corredor de aproximadamente 500 hectares de lama foi formado no arredores do arraial de Bento Rodrigues, o equivalente a 700 campos de futebol.

Powered by WordPress | Download Free WordPress Themes | Thanks to Themes Gallery, Premium Free WordPress Themes and Free Premium WordPress Themes
WP-Backgrounds by InoPlugs Web Design and Juwelier Schönmann