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Justiça Federal em Curitiba retoma trabalhos da Operação Lava Jato


Reprodução: Justiça Federal em Curitiba – sede da 13ª Vara Federal -Divulgação/Justiça Federal em Curitiba


Danyele Soares – Enviada Especial do Radiojornalismo


Os trabalhos da Operação Lava Jato serão retomados hoje (1º) na Justiça Federal em Curitiba. Cinco testemunhas de acusação devem ser ouvidas nesta quarta-feira, na ação penal que investiga o ex-ministro Antônio Palocci, o empresário Marcelo Odebrecht e mais 13 pessoas. Eles foram denunciados pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, após a 35ª fase da Lava Jato, chamada de Omertá, deflagrada em setembro do ano passado e que resultou na prisão de Palocci. Tanto o ex-ministro quanto Marcelo Odebrecht estão presos na carceragem da Polícia Federal (PF) na capital paranaense.

Justiça aceita denúncia contra 22 pessoas e 4 empresas por tragédia de Mariana


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Reprodução:
O rompimento da barragem do Fundão, que deixou 19 mortos, completou um ano no dia 5 de novembroLéo Rodrigues/Agência Brasil


Léo Rodrigues – Correspondente da Agência Brasil


A Justiça Federal aceitou a denúncia apresentada no mês passado pelo Ministério Público Federal (MPF) contra 22 pessoas envolvidas no rompimento da Barragem de Fundão, localizada próxima ao distrito de Bento Rodrigues, em Mariana (MG). Dessas, 21 são acusadas de inundação, desabamento, lesão corporal e homicídio com dolo eventual, que ocorre quando se tem a intenção ou assume o risco de matar. A Samarco, responsável pela estrutura, e suas acionistas Vale e BHP Billiton também se tornaram rés por diversos crimes ambientais. O engenheiro Samuel Loures e a empresa VogBR responderão pela emissão de laudo enganoso sobre a estabilidade da barragem.

Brasil tem mais mortes violentas do que a Síria em guerra


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  • 28/10/2016 06h37 – São Paulo

Bruno Bocchini – Repórter da Agência Brasil


O Brasil registrou mais mortes violentas de 2011 a 2015 do que a Síria, país em guerra, em igual período. Os dados, divulgados hoje (28), são do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Foram 278.839 ocorrências de homicídio doloso, latrocínio, lesão corporal seguida de morte e mortes decorrentes de intervenção policial no Brasil, de janeiro de 2011 a dezembro de 2015, frente a 256.124 mortes violentas na Síria, entre março de 2011 a dezembro de 2015, de acordo com o Observatório de Direitos Humanos da Síria.

“Enquanto o mundo está discutindo como evitar a tragédia que tem ocorrido em Alepo, em Damasco e várias outras cidades, no Brasil a gente faz de conta que o problema não existe. Ou, no fundo, a gente acha que é um problema é menor. Estamos revelando que a gente teima em não assumi-lo como prioridade nacional”, destacou o diretor-presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Renato Sérgio de Lima.

WhatsApp recorre contra decisão de bloqueio no Brasil

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RENATO SANTINO 02/05/2016 21H05


O WhatsApp decidiu recorrer contra a decisão do Tribunal de Justiça de Sergipe, que determinou que operadoras imponham o bloqueio do aplicativo no Brasil por 72 horas, contadas a partir das 14h desta segunda-feira, 2.

A empresa não deu mais detalhes, mas já havia explicitado em comunicado que estava insatisfeita com a decisão do bloqueio, tomada pelo juiz Marcel Montalvão, da comarca de Lagarto (SE), afirmando que a decisão punia 100 milhões de brasileiros.

“Depois de cooperar com toda a extensão da nossa capacidade com os tribunais brasileiros, estamos desapontados que um juiz de Sergipe decidiu mais uma vez ordenar o bloqueio de WhatsApp no Brasil. Esta decisão pune mais de 100 milhões de brasileiros que dependem do nosso serviço para se comunicar, administrar os seus negócios e muito mais, para nos forçar a entregar informações que afirmamos repetidamente que nós não temos”, diz a empresa.

Conflito agrário: 20 anos após massacre, tensão persiste em Eldorado dos Carajás

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No dia 17 de abril de 1996, 19 trabalhadores rurais sem-terra foram mortos no episódio que ficou conhecido como massacre de Eldorado dos CarajásJoão Roberto Ripper/Direitos Reservados


Felipe Pontes / Repórter da Agência Brasil


Passadas duas décadas do massacre em que 19 trabalhadores sem-terra foram mortos pela Polícia Militar, a região de Eldorado dos Carajás, no sudeste do Pará, volta a ser o centro das atenções da comunidade internacional dedicada à luta no campo e permanece uma das áreas de maior tensão no meio rural brasileiro.

Como em todos os anos, as 690 famílias sobreviventes que hoje vivem no assentamento 17 de abril participam de um ato ecumênico na curva do “S”, na BR-155, onde ocorreu o massacre. Lá, 19 castanheiras foram plantadas em homenagem às vítimas da chacina.

Corte Internacional ordena Japão a parar de caçar baleias no Ártico

Pesca não é “cientifica”, como afirma governo japonês

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José Eduardo Mendonça – 31/03/2014 às 12:32

A Corte Internacional de Justiça ordenou hoje uma suspensão temporária da matança anual de baleias no oceano sul, depois que concluir que ela não é, como afirma o Japão, conduzida por razões científicas. A decisão foi aprovada por 14 votos a 2.

O fato marca uma grande vitória para o governo australiano, que vinha há quatro anos conduzindo uma campanha para proibir a caça, num esforço de convencer a corte de que a pesquisa científica mascarava intentos comerciais.

De acordo com a proibição da pesca comercial dos animais da Comissão Internacional de Pesca da Baleia, de 1986, o Japão poderia matar um certo número deles por ano para seus “estudos”. A venda de sua carne em restaurantes e supermercados, embora não ilegal, motivou acusações da Austrália e de outras nações contra a pesca, realizada “sob a capa da ciência”.

Abusos policiais e violência política são comuns na América Latina, diz HRW

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Reprodução Web

SÃO PAULO, 21 Jan (Reuters) – A Human Rights Watch (HRW) descreveu nesta terça-feira um quadro precário dos direitos humanos na América Latina, onde, segundo a organização, a brutalidade policial, a violência política e as tentativas de governos para calar os seus críticos continuaram sendo comuns em 2013.

No seu informe anual, apresentado em São Paulo, a HRW elogiou a iniciativa do presidente do México, Enrique Peña Nieto, de reconhecer as violações aos direitos humanos ocorridas na guerra contra o narcotráfico.

“Contudo, o governo conseguiu poucos avanços em levar à Justiça os assassinatos, os desaparecimentos e as torturas generalizadas cometidas por soldados e policiais durante os esforços para combater o crime organizado, incluindo sob o mandato de Peña Nieto”, afirmou o relatório.

“A tortura continua sendo amplamente praticada no México para obter confissões forçadas e extrair informações”, acrescentou a HRW, que criticou a impunidade que o sistema judicial oferece às Forças Armadas.

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