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Moro condena Lula a nove anos e seis meses de prisão no caso triplex

Reprodução|: Ex-presidente Lula participa da 5ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)


  • 12/07/2017 15h03 – Brasília

Ivan Richard Esposito – Repórter da Agência Brasil*


O juiz federal Sergio Moro, responsável pela Operação Lava Jato na primeira instância, condenou nesta quarta-feira (12) o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a nove anos e seis meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A condenação é relativa ao processo que investigou a compra e a reforma de um apartamento triplex em Guarujá, no litoral de São Paulo. A sentença, divulgada hoje (12), prevê que Lula poderá recorrer da decisão em liberdade.

Na decisão (clique aqui para acessar a íntegra), Moro afirma que as reformas executadas no apartamento pela empresa OAS provam que o imóvel era destinado ao ex-presidente.

Mais US$ 3,5 milhões de corrupção depositados na Suíça são devolvidos ao Brasil


  • 05/07/2017 19h43 – Brasília

Sabrina Craide – Repórter da Agência Brasil


Operação Lava Jato

Reprodução Web

Mais US$ 3,5 milhões que estavam em uma conta na Suíça foram repatriados aos cofres públicos do Brasil. A conta era controlada pelo ex-gerente de empreendimentos da área de Gás e Energia da Petrobras Edison Krummenauer, que fechou um acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal no ano passado, no âmbito da Operação Lava Jato.

A repatriação do dinheiro foi informada por autoridades suíças ao Ministério da Justiça brasileiro. Também foram obtidos documentos bancários referentes à mesma conta, que serão utilizados nas investigações e processos criminais. Em 2017 já foram repatriados US$ 10,2 milhões por intermédio de cooperação jurídica provenientes de investigações da Lava Jato.

Krummenauer admitiu controlar a conta para recebimento de vantagem ilícita. O dinheiro era proveniente de crimes de corrupção de funcionários públicos e de lavagem de dinheiro.

“Político que disser que não recebeu caixa 2 está mentindo”, diz Odebrecht


Reprodução


13/04/2017 16h22 – Brasília

André Richter – Repórter da Agência Brasil


O empresário Marcelo Odebrecht disse, em um dos seus depoimentos de delação premiada, que todos os políticos usam recursos de caixa 2 para financiarem suas campanhas. Em um dos depoimentos gravados pela força-tarefa de investigadores da Operação Lava Jato e divulgados pelo Supremo Tribunal Federal (STF), Marcelo disse que está mentindo o político que afirma não ter recebido valores não contabilizados em campanhas eleitorais.

Saiba Mais
PT, PMDB e PSDB têm maior número de nomes na lista de investigados
Lava Jato: entenda os próximos passos após a abertura de inquéritos no STF

“Eu não conheço nenhum político no Brasil que tenha conseguido fazer qualquer eleição sem caixa dois. O cara pode até dizer que não sabia, mas recebeu dinheiro do partido que era caixa 2. O político que disser que não recebeu caixa 2 está mentindo”, afirmou o delator.

PT, PMDB e PSDB têm maior número de nomes na lista de investigados


Reprodução


  • 12/04/2017 19h54 – Brasília

Sabrina Craide e Ivan Richard Esposito – Repórteres da Agência Brasil


A lista de ministros, governadores, senadores e deputados que serão investigados por determinação do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), tem 16 nomes do PT, 14 do PMDB e 11 do PSDB. Todos foram citados nos depoimentos de delação premiada de ex-diretores da empreiteira Odebrecht, no âmbito da Operação Lava Jato.

A relação também inclui oito nomes do PP, seis do PSD, quatro do DEM, quatro do PSB, três do PR, três do PRB, dois do PCdoB, além dos partidos PPS, PTC e SD, com um nome cada.

Com a abertura da investigação, os processos devem seguir para a Procuradoria-Geral da República (PGR) e para a Polícia Federal (PF) para que sejam cumpridas as primeiras diligências contra os citados. Ao longo da investigação, podem ser solicitadas quebras de sigilo telefônico e fiscal, além da oitiva dos próprios acusados.

STF vai investigar 8 ministros, 24 senadores e 42 deputados citados em delações


Reprodução


  • 11/04/2017 21h38 – Brasília

André Richter e Felipe Pontes – Repórteres da Agência Brasil


O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin autorizou abertura de investigação contra oito ministros do governo federal, três governadores, 24 senadores e 42 deputados federais. Todos foram citados nos depoimentos de delação premiada de ex-diretores da empreiteira Odebrecht, no âmbito da Operação Lava Jato. O ministro Tribunal de Contas da União (TCU) Vital do Rêgo Filho também será investigado

Com a abertura da investigação, os processos devem seguir para a Procuradoria-Geral da República (PGR) e para a Polícia Federal (PF) para que sejam cumpridas as primeiras diligências contra os citados. Ao longo da investigação, podem ser solicitadas quebras de sigilo telefônico e fiscal, além da oitiva dos próprios acusados.

Veja a lista dos ministros, senadores e deputados que serão investigados.

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