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Juiz suspende ação criminal contra responsáveis por acidente em Mariana

Reprodução: image web



  • 07/08/2017 17h58 – Brasília

Maiana Diniz – Repórter da Agência Brasil


O juiz federal de Ponte Nova (MG), Jacques de Queiroz Ferreira, suspendeu o processo criminal que acusa 22 pessoas de homicídio por envolvimento no rompimento da barragem de Fundão, em Mariana, no dia 5 de novembro de 2015. Entre os réus da ação, estão executivos da mineradora Samarco e suas controladoras, a Vale e a BHP Billinton, além de funcionários da empresa de engenharia VogBR.

As quatro empresas citadas também são rés no processo, que ficará suspenso até que as companhias telefônicas esclareçam se as escutas telefônicas usadas pela denúncia foram legais.

O acidente em Mariana ficou conhecido no Brasil como o maior desastre ambiental da história e deixou 19 pessoas mortas, além de destruir o distrito de Bento Rodrigues, contaminar a Bacia Hidrográfica do Rio Doce e comprometer o abastecimento de água e a produção de alimentos em diversas cidades da região.

Cemig vai realizar leitura e impressão simultânea de contas de energia em Borda da Mata, Tocos do Moji e Bom Repouso


 


Reprodução

Clientes urbanos das cidades de Conceição dos Ouros, Cachoeira de Minas, Santa Rita do Sapucaí, Borda da Mata, Bom Repouso e Tocos do Moji passarão a receber a conta de luz no momento em que a leitura é feita. Com o sistema de Leitura e Impressão Simultânea – LIS que está sendo implantado pela Cemig nestes municípios desde o dia 6 de julho, o leiturista passará a imprimir a conta em uma impressora portátil e a entregará para o cliente. Como o processo será feito de forma gradativa, alguns consumidores continuarão a receber a fatura antiga até que a implantação seja concluída.

Minas Gerais confirma 83 mortes por febre amarela


1/02/2017 21h04 – Belo Horizonte
Léo Rodrigues – Correspondente da Agência Brasil


Reprodução: Vacina é a principal forma de combate à febre amarela
Divulgação/Prefeitura de Pitangueiras (SP)

Em novo boletim epidemiológico divulgado hoje (21), a Secretaria de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) anunciou que 83 pessoas já morreram em decorrência de complicações da febre amarela. Mais 173 mortes ainda estão sendo investigadas. O atual surto da doença é o maior no Brasil desde 1980, quando o Ministério da Saúde passou a disponibilizar dados da série histórica. Até então, o ano com o quadro mais grave havia sido 2000, quando 40 vítimas da doença morreram.

Os dados da SES-MG mostram que o estado já contabiliza 1.027 notificações de febre amarela. Destas, 234 foram confirmadas, 57 foram descartadas e as demais continuam sob análise.

Febre amarela leva União a reconhecer situação de emergência em 64 cidades


Reprodução


  • 20/02/2017 20h37 – Belo Horizonte

Léo Rodrigues – Correspondente da Agência Brasil


O governo federal reconheceu situação de emergência em 64 cidades devido ao surto de febre amarela. As portarias foram publicadas no Diário Oficial da União de hoje (20) pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), vinculada ao Ministério da Integração Nacional.

Embora situadas em regiões afetadas pelo surto, três das cidades mineiras beneficiadas pela medida, e que são sedes regionais de saúde, não têm nenhum caso confirmado de febre amarela. Conforme o último boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde de Minas Gerais, divulgado na sexta-feira (17), Coronel Fabriciano, Governador Valadares e Manhumirim contabilizam juntas sete casos em investigação e três foram descartados. Também não há mortes suspeitas entre os moradores destas cidades. Por outro lado, como são municípios mais estruturados, suas unidades de saúde estão recebendo pacientes de cidades vizinhas.

Belo Horizonte lança aplicativo com programação do carnaval 2017


Reprodução: Belo Horizonte – O aplicativo pode ser baixado para celulares no sistema Android e iOS
Leo Rodrigues/Agência Brasil


  • 11/02/2017 13h45 – Belo Horizonte

Leo Rodrigues – Correspondente da Agência Brasil


O aplicativo oficial do carnaval de Belo Horizonte deste ano já está disponível para download. Ele poderá ser instalado em celulares e dispositivos móveis, tanto em sistema Andoid como em iOS. Através dele, é possível consultar os horários e locais de blocos, shows e desfiles de escolas de samba.

Minas Gerais tem 109 casos confirmados de febre amarela

Reprodução


Léo Rodrigues – Correspondente da Agência Brasil


O número de casos confirmados de febre amarela em Minas Gerais subiu para 109, segundo boletim epidemiológico divulgado hoje (30) pela Secretaria de Saúde do estado. O total de mortes confirmadas pela doença em Minas já chega a 40. Uma das vítimas provavelmente foi infectada no município de Januária, no norte do estado, mas foi diagnosticada e morreu no Distrito Federal.

Ao todo, o estado registrou 712 notificações de suspeitas de febre amarela, em 51 municípios. Além dos 109 confirmados, 19 casos foram descartados. Os demais seguem em análise. Setenta mortes que podem ter sido causadas pela febre amarela também estão sendo investigadas.

São Paulo e Espírito Santo também têm mortes por febre amarela, com três e um caso, respectivamente. Este já é o maior surto de febre amarela no Brasil desde 1980, quando o Ministério da Saúde passou a disponibilizar dados da série histórica. Até então, o ano com o quadro mais grave havia sido 2000, com 85 casos confirmados e 40 mortes.

Minas é o estado com mais trabalhadores resgatados


Reprodução


Maíra Heinen


O Ministério do Trabalho divulgou os resultados de fiscalizações de combate ao trabalho escravo no ano de 2016. Os dados foram atualizados até 6 de janeiro deste ano.

Foram 108 operações, com 667 trabalhadores resgatados em situação semelhante à escravidão. Minas Gerais aparece em 1º lugar no número de trabalhadores resgatados, 141. Pará vem em 3º lugar com 77 trabalhadores resgatados e Maranhão em 6º, com 49.

Segundo o Ministério, os resultados de 2016 apresentam significativa redução de fiscalizações e resgates em relação a 2015. A pasta justifica os números por greves realizadas pelos auditores-fiscais e pela mudança de governo com o processo de impeachment no ano passado.

A produção agropecuária continua ocupando as primeiras colocações entre os ramos onde se verifica a existência de trabalho análogo à escravidão, mas segundo o Ministério do Trabalho, uma tendência apresentada nos últimos anos persiste: a ocorrência deste tipo de exploração em setores de atividades tipicamente urbanas, como têxtil e construção civil.

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