Arquivo para ‘Mariana’ Categoria

Tragédia em Mariana

 

Reprodução



EBC


Depressão e outros problemas de saúde passaram a fazer parte da rotina

Reprodução

Há dois anos, a folha do calendário das casas de dois distritos de Mariana e um de Barra Longa, em Minas Gerais, foi virada pela última vez. O dia 5 de novembro de 2015 se eternizou nas paredes das casas que ficaram de pé em Bento Rodrigues, Paracatu e Gesteira. Desde então, a vida dos atingidos pela lama da mineradora Samarco está suspensa – 730 dias depois do rompimento da Barragem de Fundão, ainda se espera o reassentamento, a indenização, o rio límpido, cujas ações de reparo, complexas, enfrentam atrasos e obstáculos que desafiam os órgãos envolvidos.

Juiz suspende ação criminal contra responsáveis por acidente em Mariana

Reprodução: image web



  • 07/08/2017 17h58 – Brasília

Maiana Diniz – Repórter da Agência Brasil


O juiz federal de Ponte Nova (MG), Jacques de Queiroz Ferreira, suspendeu o processo criminal que acusa 22 pessoas de homicídio por envolvimento no rompimento da barragem de Fundão, em Mariana, no dia 5 de novembro de 2015. Entre os réus da ação, estão executivos da mineradora Samarco e suas controladoras, a Vale e a BHP Billinton, além de funcionários da empresa de engenharia VogBR.

As quatro empresas citadas também são rés no processo, que ficará suspenso até que as companhias telefônicas esclareçam se as escutas telefônicas usadas pela denúncia foram legais.

O acidente em Mariana ficou conhecido no Brasil como o maior desastre ambiental da história e deixou 19 pessoas mortas, além de destruir o distrito de Bento Rodrigues, contaminar a Bacia Hidrográfica do Rio Doce e comprometer o abastecimento de água e a produção de alimentos em diversas cidades da região.

Justiça aceita denúncia contra 22 pessoas e 4 empresas por tragédia de Mariana


1052739-1%20-%20destaques_ebc_04-11-2016-3

Reprodução:
O rompimento da barragem do Fundão, que deixou 19 mortos, completou um ano no dia 5 de novembroLéo Rodrigues/Agência Brasil


Léo Rodrigues – Correspondente da Agência Brasil


A Justiça Federal aceitou a denúncia apresentada no mês passado pelo Ministério Público Federal (MPF) contra 22 pessoas envolvidas no rompimento da Barragem de Fundão, localizada próxima ao distrito de Bento Rodrigues, em Mariana (MG). Dessas, 21 são acusadas de inundação, desabamento, lesão corporal e homicídio com dolo eventual, que ocorre quando se tem a intenção ou assume o risco de matar. A Samarco, responsável pela estrutura, e suas acionistas Vale e BHP Billiton também se tornaram rés por diversos crimes ambientais. O engenheiro Samuel Loures e a empresa VogBR responderão pela emissão de laudo enganoso sobre a estabilidade da barragem.

Fundação refaz expedição no Rio Doce um ano após tragédia 07/11/2016

imagem-post

Reprodução


 


Um ano após o rompimento da barragem na cidade de Mariana (MG), uma segunda expedição da Fundação SOS Mata Atlântica para avaliar a qualidade da água na bacia do Rio Doce constatou que 14 pontos de coleta permanecem sem condições de uso, sendo que 13 continuam sem vida. Outros três se recuperaram. A análise foi realizada de 19 a 28 de outubro.

Ao todo, foram 18 pontos de coleta, porém num deles não foi possível realizar qualquer verificação, pois está soterrado. Nove trechos apresentaram IQA (Índice de Qualidade da Água) péssimo, quatro estavam ruins, três regulares e um ótimo. Na primeira expedição, realizada entre 6 e 12 de dezembro de 2015, o IQA foi péssimo em 16 localidades e em duas a avaliação foi de regular.

Samarco poderá desembolsar mais de R$ 20 bilhões por tragédia em Mariana

984753-aaa12188193_933209260087684_1863395923289567666_o-004

Reprodução
No acordo estão estipulados o manejo e a dragagem dos rejeitos, o tratamento dos rios, a recuperação da biodiversidade, incluídos os peixes, a flora e as faunas marinha e terrestre.
Leonardo Merçon/Instituto Últimos Refúgios/Divulgação


02/03/2016 21h15 – Brasília

Paulo Victor Chagas – Repórter da Agência Brasil


Os recursos prometidos nesta quarta-feira (2) pela mineradora Samarco para revitalizar a Bacia do Rio Doce vão variar conforme as necessidades de reparação, e não possuem um valor máximo de desembolso. As estimativas constam no acordo assinado entre a empresa, os governos de Minas Gerais, Espírito Santo e a União, e vão se somar ao cálculo já feito das medidas compensatórias, que custarão R$ 4,1 bilhões.

Conselho define destino de doações para vítimas de Mariana

Da Agência Brasil
984185-mg09112015-_wdo7416

Reprodução


Da Agência Brasil


Um conselho – formado por representantes das comunidades, da Ordem dos Advogados do Brasil, Arquidiocese de Mariana, Associação Comercial, prefeitura e Instituto Federal de Minas Gerais – reuniu-se na noite de ontem (4), em Mariana, em Minas Gerais.

Foi para definir o destino das doações feitas às vítimas do rompimento da barragem de Fundão, da mineradora Samarco, ocorrida no dia 5 de novembro.

As contribuições, que somam mais de R$ 1 milhão, serão aplicadas para que as crianças estudem. Os casais sem filho também terão direito a uma parte do valor.

Segundo a prefeitura, o dinheiro será dividido igualmente entre as crianças, independente da quantidade de filhos por família. Os casais que não tem filhos receberão o valor de uma criança.

Caminhos da Reportagem mostra o drama de quem perdeu tudo em Mariana

984182-mg09112015-_wdo7366

Reprodução

Criado em 06/12/15 12h41 e atualizado em 06/12/15 12h47
Por Caminhos da Reportagem Fonte:TV Brasil


 

Os moradores de Paracatu de Baixo e Bento Rodrigues, distritos de Mariana localizados a mais de 100 km de Belo Horizonte (MG), viveram no dia 5 de novembro a maior tragédia de suas vidas. Neste dia, uma das três barragens da mineradora Samarco situadas naquela região sofreu uma ruptura e derramou 40 milhões de metros cúbicos de rejeitos no Rio Gualacho, que desemboca no Rio Doce. A lama seguiu o curso do rio até a sua foz, no Espírito Santo.

O Caminhos da Reportagem foi até Bento Rodrigues resgatar o drama das famílias que perderam tudo o que tinham e ainda buscam notícias dos parentes desaparecidos. É o caso da dona de casa Marli de Fátima Felício Felipe que, um mês depois da tragédia, ainda espera encontrar o corpo da mãe. “Ainda tenho essa esperança. É uma vida que se perdeu. É um ser humano, não é animal, tem que ser encontrado”, desabafa a dona de casa.

Powered by WordPress | Download Free WordPress Themes | Thanks to Themes Gallery, Premium Free WordPress Themes and Free Premium WordPress Themes
WP-Backgrounds by InoPlugs Web Design and Juwelier Schönmann