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Ações de frigoríficos despencam e fazem bolsa encerrar com forte queda

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  • 17/03/2017 18h29 – Brasília

Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil


A operação da Polícia Federal que desmontou um esquema de venda de carnes irregulares teve reflexos no mercado financeiro. Puxado pelas ações dos frigoríficos JBS e BRF, empresas acusadas de liderarem a fraude, o índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, encerrou esta sexta-feira (17) com queda de 2,39%, aos 64.210 pontos. Essa foi a maior queda percentual desde 30 de janeiro, quando o índice caiu 2,62%.

Somente as ações da JBS (dona de marcas como Friboi e Seara) despencaram 10,59%. Os papéis da BRF (que opera marcas como Sadia e Perdigão) recuaram 7,25%. As ações da Petrobras, as mais negociadas, também contribuíram para o desempenho negativo. Os papéis ordinários (com direito a voto em assembleia de acionistas) caíram 3,69%. As ações preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) tiveram desvalorização de 4,01%.

Conheça as fraudes que são praticadas pela internet e pelo telefone


Tema Livre discute sobre golpes e prevenção no mundo virtual

Reprodução: A informação é a melhor arma contra os golpes virtuais e pelo telefone. Pixabay – CC0 Public Domain – geralt

O Tema Livre desta quarta-feira abordou o tema das fraudes pela internet e pelo telefone. É de conhecimento da sociedade que grande parte dos golpes aplicados pelo telefone é garantida pelo fluxo de aparelhos celulares em presídios. A gama de enredos para este tipo de crime é ampla. Na internet, não é raro receber nas caixas de mensagens falsas cobranças e pedidos de ajuda humanitária, com remetentes com endereços escusos e suspeitos. Os golpes são recorrentes e variados. Como se prevenir das fraudes? Como buscar o ressarcimento quando nos tornamos vítima de um golpe como o do falso boleto bancário, por exemplo? Essas e outras questões foram abordadas neste programa.

Polícia Militar apreende mais de 30 jabutis mantidos em cativeiro no município de Miracema, TO

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Por Lara Tavares


A Polícia Militar, por meio do Batalhão de Polícia Militar Ambiental, apreendeu 32 jabutis, que eram mantidos em cativeiro, no município de Miracema, nesta terça-feira, 26. A prática de cativeiro de animais silvestres configura crime ambiental.

Após uma denúncia anônima, os militares se deslocaram até uma residência, na qual os quelônios foram recolhidos e o indivíduo envolvido foi multado administrativamente no valor de R mil reais, conforme legislação ambiental. Além de ser conduzido à Delegacia de Polícia para as devidas providências.

Os jabutis foram encaminhados para o Centro de Triagem de Animais Silvestres – CETAS, na 2ª Cia de Policia Militar Ambiental em Araguaína, para reabilitação e posterior soltura em seu habitat.

O BPMA orienta que criar animais silvestres sem a devida licença do órgão ambiental competente configura crime ambiental sujeito a multa administrativa e sanções criminais prevista na Lei nº 9.605/98 e Decreto nº 6514/98.

Lava Jato: conheça o software de espionagem usado na operação

Se você acha exagero ou às vezes até duvida do que vê nas melhores séries ou filmes policiais, certamente vai ficar surpreso com esta solução usada pela Polícia Federal na investigação do maior esquema de corrupção no Brasil – a Operação Lava Jato. Condenações e prisões foram possíveis e agilizadas graças à uma tecnologia forense de Israel para extração e análise inteligente de dados contidos nos telefones celulares dos suspeitos.

Após a apreensão legal do aparelho, uma vez conectado neste equipamento, é possível fazer a extração completa de tudo o que está armazenado na memória do celular. O sistema é compatível com mais de 17 mil tipos de dispositivos, seja qual for a versão do sistema operacional ou fabricante; a tecnologia é capaz de ler inclusive aparelhos falsificados – os famosos Xing Ling com placas genéricas.

Novo golpe no WhatsApp finge ser McDonalds para roubar dados

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POR VICTORIA AMORIM EM 13/10/2015 ÀS 13H10

A empresa de segurança ESET descobriu um novo golpe que está sendo usado aqui no Brasil para roubar dados por meio do WhatsApp. Dessa vez, o nome do McDonalds foi usado para mandar as mensagens para os usuários do aplicativo, sob o pretexto de um grande desconto.

Nessas mensagens, aparece um convite para participar de uma pesquisa que tem como recompensa um cupom no valor de R$ 500 para ser usado na loja do McDonalds mais próxima da sua casa. Quando a vítima clica no link que aparece na mensagem, ela é redirecionada para uma página em que tem que responder quatro questões.

Quando as perguntas são respondidas, aparece uma mensagem que pede o seu endereço de e-mail e que ela compartilhe a “pesquisa” com mais 10 contatos do WhatsApp, para que possa receber o prêmio. Isso faz com que o golpe tenha maior alcance e que as próximas pessoas a cairem nele desconfiem ainda menos.

Golpe brasileiro no WhatsApp usa promessa de desconto para roubar usuários

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Um novo golpe, criado por brasileiros, está circulando pelo WhatsApp. Sem que a vítima precise instalar nenhum aplicativo ou clicar em propagandas, ele aparece sob o disfarce de descontos em grandes varejistas para roubar dados pessoais e dinheiro.

As mensagens oferecem um cupom de R$ 500 de desconto em troca de respostas para uma pesquisa. As vítimas são orientadas a ligar para um número (0911778787940) e a responder 25 perguntas. Enquanto isso acontece, os criminosos recolhem as informações e dinheiro (pela conta do celular ou crédito pré-pago).

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Nas mensagens enviadas está apenas o texto “Desconto no Extra” e um link, que parece ser do encurtador bit.ly, mas que na verdade é do servidor do hacker. Por sua vez, a página revela os logos dos supermercados e até mesmo um botão para compartilhar com os amigos, o que faz com que mais gente seja enganada.

Criminosos invadem Samsung no Brasil e roubam R$ 80 milhões em produtos

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Por Redação Olhar Digital – em 07/07/2014 às 14h52

A Samsung de Campinas (SP) sofreu um grande ataque na madrugada desta segunda-feira, 7, que resultou no roubo de 40 mil peças avaliadas em R$ 80 milhões.

O caso ocorreu perto da meia-noite, quando um grupo com cerca de 20 criminosos rendeu 200 funcionários (incluindo vigias) e usaram sete caminhões próprios para levar celulares, tablets, notebooks e outras coisas. A ação acabou às 3h.

A polícia contou ao G1 que os bandidos interceptaram uma van com funcionários para pegar seus crachás, deixando todos num lugar ainda desconhecido enquanto usavam as identificações no roubo.

Ao chegar à fábrica, eles renderam os seguranças do setor de distribuição, mas trabalharam para manter a normalidade. “Retiraram os armamentos deles e as munições e deixaram eles trabalhando normalmente, nos mesmos postos como se nada tivesse acontecido”, disse o tenente Vitor Chaves, da Polícia Militar.

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