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Minas Gerais confirma 83 mortes por febre amarela


1/02/2017 21h04 – Belo Horizonte
Léo Rodrigues – Correspondente da Agência Brasil


Reprodução: Vacina é a principal forma de combate à febre amarela
Divulgação/Prefeitura de Pitangueiras (SP)

Em novo boletim epidemiológico divulgado hoje (21), a Secretaria de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) anunciou que 83 pessoas já morreram em decorrência de complicações da febre amarela. Mais 173 mortes ainda estão sendo investigadas. O atual surto da doença é o maior no Brasil desde 1980, quando o Ministério da Saúde passou a disponibilizar dados da série histórica. Até então, o ano com o quadro mais grave havia sido 2000, quando 40 vítimas da doença morreram.

Os dados da SES-MG mostram que o estado já contabiliza 1.027 notificações de febre amarela. Destas, 234 foram confirmadas, 57 foram descartadas e as demais continuam sob análise.

WWF-Brasil: Rastreamento coletivo para impedir a propagação de doenças como a Zika e a Dengue

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Reprodução

Em 2015, foram registrados 1,6 milhão de casos de dengue no Brasil, mas apenas cerca de 30% dos municípios brasileiros monitoram as populações de mosquitos Aedes. O WWF-Brasil propõe uma armadilha de baixo custo e um aplicativo para smartphones chamado AeTrapp para o monitoramento comunitário destes dados. Isso contribuirá para o combate aos mosquitos e prevenção da dengue, zika e chikungunya. Com o nosso prêmio, eles implementarão o seu projeto piloto na Amazônia, inicialmente em 10 comunidades, e posteriormente difundirão o uso da tecnologia para todo o país.

Saiba +

Zika: cientistas anunciam método mais eficaz para destruir ovos do mosquito

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Reprodução


  • 07/04/2016 16h42 – Toronto (Canadá)localização
Da Agência Lusa


Cientistas anunciaram hoje ter desenvolvido um método eficaz e barato para destruir os ovos do mosquito que transmite a dengue e o Zika, recorrendo ao perfume dos próprios insetos para atrair as fêmeas.

Os investigadores, do Canadá e do México, testaram o método em uma zona urbana e remota da Guatemala e concluíram ter destruído sete vezes mais ovos do que com as armadilhas comuns nas mesmas zonas.

O sistema inclui uma armadilha chamada ovillanta, criada a partir de duas partes de 50 centímetros de um antigo pneu, colocadas de forma a simular uma boca, dentro da qual é colocado um fluido leitoso e não tóxico, desenvolvido pela Universidade Laurentia, no Canadá, que atrai os mosquitos.

O líquido está uma tira de papel ou madeira onde a fêmea do mosquito põe os ovos. Esta tira é removida duas vezes por semana, para monitoramento, e os ovos são destruídos pelo fogo ou com etanol.

Governo começa mutirão de combate ao Aedes aegypti

O secretário executivo do Ministério da Saúde diz que o objetivo é fazer um trabalho constante de combate a dengue

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Reprodução
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Marcos Teixeira de Freitas/Flickr/CC BY-NC 2.0


O Governo Federal promoveu nesta sexta- feira (29) um“faxinaço” para combater o mosquito Aedes aegypti,que transmite o vírus zika, dengue e a febre chikungunya. Além do Palácio do Planalto e dos prédios do executivo na Esplanada dos Ministérios, as sedes de 80 estatais do governo foram limpas pelo próprios funcionários que mobilizaram para eliminar possíveis criadores do inseto. 

Epidemia de dengue no país está concentrada em nove estados, diz Chioro

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Ministro da Saúde, Arthur Chioro, diz, na Fiesp, que casos de dengue cresceram 234,5% neste ano, comparado a 2014 Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, confirmou hoje (4), na capital paulista, que o país enfrenta uma epidemia de dengue. “Nós temos 745.957 casos até 18 de abril. Sabemos que esse número aumentará. O Brasil vive situação de epidemia, concentrada em nove estados, que são os que têm mais de 300 casos por 100 mil habitantes”, declarou, após participar de encontro na Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) com empresas de biotecnologia. A incidência da doença no país chega a 367,8 casos por 100 mil habitantes, o que, pelos critérios da Organização Mundial da Saúde (OMS), configura epidemia.

Chioro destacou que apenas três estados tiveram redução dos casos de dengue neste ano em relação a 2014: Espírito Santo, Distrito Federal e Amazonas. Ele ressaltou que houve elevação em praticamente todo o país, na comparação com 2014, que, segundo ele, foi um ano “excepcionalmente bom” em relação à dengue.

Dengue: por que é tão difícil exterminar a doença

O vírus hábil combinado a um mosquito urbano e oportunista até hoje dribla a ciência. Especialistas explicam por que a enfermidade ainda não conhece uma vacina ou como ela é capaz de infectar até 100 milhões de pessoas em todo o mundo, resistindo a inseticidas e repelentes

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Reprodução
Wikipedia / CDC

Rita LoiolaVeja.com – 13/04/2015

Em todo o mundo, os números da dengue se multiplicaram nos últimos 50 anos. A doença infecta 100 milhões de pessoas anualmente, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), em ciclos epidêmicos. Este ano, o Brasil viu seu número de casos triplicar. Eles aumentaram em todas as regiões: há 224.101 casos notificados, ante os 85.401 que surgiram entre janeiro e março de 2014. A Região Sudeste, especialmente São Paulo, é a líder. O estado contabiliza 585 casos por 100 mil habitantes, quase o dobro do patamar usado para caracterizar uma situação de epidemia, que é de 300 casos por 100 mil habitantes. Se os números continuarem crescendo em abril, mês historicamente preferido pela doença para fazer suas vítimas, 2015 tem tudo para ser o ano em que o Brasil verá uma epidemia histórica de dengue.

Ministério cobra de prefeitos programas permanentes de combate à dengue

Paula Laboissière
Repórter da Agência Brasil

Reprodução

Brasília – O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, cobrou hoje (17) de prefeitos a implantação de programas permanentes de combate à dengue. Segundo ele, a pasta registrou relatos de gestores que assumiram municípios em janeiro deste ano sobre lixo acumulado nas ruas, ausência de equipes do Programa Saúde na Família e de agentes de controle de endemia.

“O ministério fez um repasse adicional [de cerca de R$ 180 milhões], além do repasse regular de janeiro a dezembro, para que as prefeituras mantenham programas permanentes de combate à dengue, não só durante o verão”, disse. “Além disso, fizemos uma revisão dos planos de contingência chamando a atenção para que prefeitos, principalmente os que perderam a eleição, não deixassem as cidades abandonadas”, completou.

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