Chuchu Beleza e o Carnaval 2018. Na telinha sem “Plin-Plin”


Divulgação (Eni)


Por (Eni)

O compositor e músico Zé Vitor(Zezinho), traz do fundo baú a imagem e a magia do cinema, definidas em melodia para o Carnaval 2018.

Retrô

A letra nos faz lembrar dos filmes em preto e branco em um passado remoto, das peripécias do Charles Chaplin, o Gordo e o Magro, Cantinflas, Mazzaropi , Ankito, Oscarito, Grande Otelo, Zé Trindade  entre outros. Dos clássicos de todos os tempos como o refrão entoa:

“Et e a Noviça Rebelde

King Kong o Gladiador e o Tubarão

Avatar, Titanic, e o Homem Aranha

O Senhor dos Anéis e o Rei Leão

O Bem Hur  e Cantando na Chuva

Extraterrestre e os Setes Samurais

Casablanca e a Guerra nas Estrelas

Os Suspeitos, e tantos outros mais.”

 

Do túnel do tempo

Em 28 de Dezembro de 1895, é especial no que refere ao cinema, e sua história. Neste dia, no Salão Grand Café, em Paris, os Irmãos Lumière fizeram uma apresentação pública dos produtos de seu invento ao qual chamaram Cinematógrafo.

Em 18 de setembro de 1941, Moacir Fenelon e José Carlos Burle fundam a Atlântida Cinematográfica com um objetivo bem definido: promover o desenvolvimento industrial do cinema brasileiro. Liderando um grupo de aficcionados, entre os quais o jornalista Alinor Azevedo, o fotógrafo Edgar Brazil, e Arnaldo Farias, Fenelon e Burle prometiam fazer a necessária união de um cinema artístico com o cinema popular.

Durante quase dois anos são produzidos somente cinejornais, o primeiro deles, o Atualidades Atlântida. Da experiência adquirida com os cinejornais vem o primeiro longa-metragem, um documentário-reportagem sobre o IV Congresso Eucarístico Nacional, em São Paulo, em 1942. Junto, como complemento, o média-metragem Astros em Desfile, uma espécie de parada musical filmada com artistas famosos da época, antecipando o caminho que a Atlântida percorreria mais tarde.

A sétima arte no Brasil, que teve o seus dias de glamour também vividos pela  Companhia Cinematográfica Vera Cruz  um importante estúdio cinematográfico brasileiro, que produziu filmes entre 1949 e 1954. Fundada em São Bernardo do Campo, pelo produtor italiano Franco Zampari e pelo industrial Francisco Matarazzo Sobrinho em 4 de novembro de 1949, a companhia produziu e coproduziu mais de 40 filmes de longa metragem.

A origem do cinema está relacionada com a antiga necessidade do homem em registrar o movimento, demonstrada pelo próprio surgimento da pintura na Antiguidade. Pode-se dizer, entretanto, que a mais primordial tentativa de fazer algo mais dinâmico, próximo à ideia de cinema, foi registrada na China por volta de 5000 a.C. Tratava-se de um teatro de sombras, no qual objetos recortados eram manipulados para representar heróis, dragões e príncipes.

A maior companhia cinematográfica nacional dos anos 50 durou pouco, mas se transformou no grande divisor de águas da história do cinema nacional. A produção de cinema no Brasil se concentrava no Rio de Janeiro. As chanchadas, como ficaram conhecidos os filmes produzidos pelas empresas Cinédia e Atlântida, apesar de ser um enorme sucesso de público, eram massacradas pelos críticos paulistas e cariocas. Os filmes eram tecnicamente malfeitos, de baixo custo, mas com enredos de um enorme apelo popular como samba, futebol e política, entremeados com humor e muita música.

O cinema dos Estados Unidos, além de uma forma de expressão cultural específica de um povo (no caso, o povo dos Estados Unidos), é, também, uma das mais bem-sucedidas indústrias de entretenimento do mundo. Apesar de nem todos os filmes dos Estados Unidos serem produzidos em Hollywood, a localidade tornou-se sinônimo desta indústria nacional. A influência do cinema americano no resto do mundo é avassaladora e permanece, geralmente, como uma referência para o público mundial, que, em termos gerais, prefere esta cinematografia aos filmes dos seus próprios países.

Divulgação foto (Eni)

Zé Vitor Rosa aposta na simplicidade da letra do enredo e no refrão da sua melodia rica em informações sobre o cinema e de muita melodia fácil de cantar e de memorizar.

Cabe ao Bloco Chuchu Beleza desfilar na avenida com glamour e sem “plin-plin”. Demonstrar porque o cinema é chamado de sétima arte em sessão única.

Reserve o seu lugar no “escurinho do cinema, chupando drops de anis”!

 

Enredo 2018

 

“DA SOMBRA A FOTOGRAFIA, DA FOTOGRAFIA A IMAGEM, DA IMAGEM O CINEMA.

ENREDO CHUCHU BELEZA 2018

(Zé Vitor)

Da sombra refletida na parede

Nasceu a fotografia

Imagem em movimento é cinema

Chuchu Beleza é só alegria.

 

No final do século dezenove

Na Europa uma luz resplandeceu

Os franceses inventaram o cinema

Que logo o mundo inteiro conheceu

Projetados sem som, em preto e branco

São lembranças que o tempo não apagou

O Pateta Charles Chaplin o Gordo e o Magro

 

Sangue e areia, e o vento levou.

 

O Et e a Noviça Rebelde

King Kong o Gladiador e o Tubarão

Avatar, Titanic, e o Homem Aranha

O Senhor dos Anéis e o Rei Leão

O Bem Hur  e Cantando na Chuva

Extraterrestre e os Setes Samurais

Casablanca e a Guerra nas Estrelas

Os Suspeitos, e tantos outros mais.

 

Denominaram sendo a sétima arte

Com a chegada do trem na estação

Chuchu Beleza vai mostrar na avenida

Toda magia da grande invenção

Efeitos especiais e som em quatro d

Vamos colorir a nossa passarela

Os passistas são atores e atrizes

E a avenida, é a grande tela.”

 


Download do enredo 2018


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