Festival traz apresentações de circo em espaços pouco convencionais

Daniel Mello

Reprodução
Dentro de teatros, ao ar livre ou em prédios, é assim, fora da lona que poderão ser vistos os espetáculos do Festival Internacional Sesc de Circo, que começa na quinta-feira (Circovolante Mariana/Creative Commons)

São Paulo – Dentro de teatros, ao ar livre ou em prédios, é assim, fora da lona que poderão ser vistos os espetáculos do Festival Internacional Sesc de Circo. Vão se apresentar, a partir de quinta-feira (2), grupos de São Paulo, do Rio de Janeiro, Distrito Federal, Canadá, da Itália, Espanha, Austrália e França.

Os 24 grupos estarão na programação das unidades do Sesc da Grande São Paulo até o dia 12. “Além da programação de espetáculos, temos uma programação formativa, com três mesas de discussão que vão falar a respeito de dramaturgia para circo, formação em circo, criação estética e também do mercado para circo”, explica a responsável pela área de Circo do Sesc de São Paulo, Carolina Garcez.

O festival quer ser também um espaço para discussão da atividade circense. “Teremos a presença de vários realizadores de festivais, pessoas que pensam o circo hoje. Para que a gente possa, com o festival, abrir mais um espaço de construção do pensamento em circo”, ressalta Carolina sobre a arte, que ela pontua ter uma estética própria e bem definida.

“O artista circense domina técnicas de circo, seja de equilíbrio, de malabarismo, de contorção, acrobacia. São técnicas que nem o artista da dança nem do teatro dominam. E a história que ele vai contar, vai contar por meio dessas habilidades circenses”, explicou.

Entre os destaques está o espetáculo Île – O, da companhia francesa Barolosolo. O título faz um trocadilho com as palavras ilha e água pronunciadas em francês. A apresentação ocorre dentro de uma piscina. Dos nacionais, um dos recomendados é o Destino das Flores, da companhia do Rio de Janeiro Circondríacos, grupo recém-formado pela Escola Nacional de Circo. “Além de ser um espetáculo muito bacana, exemplo de dramaturgia para circo, também é uma maneira de a gente ver como os artistas circenses formados no Brasil estão trabalhando”, ressalta Carolina.

A escolha dos espetáculos tentou mostrar a pluralidade da produção circense contemporânea, especialmente do estado de São Paulo, de onde é a maioria dos grupos. “Temos vários artistas de companhias já consagradas, que fazem parte da programação, e temos também várias estreias”, enfatiza Carolina.

Fonte – Agência Brasil

Edição: Talita Cavalcante

 

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