Registros de mortes por febre amarela aumentam cinco vezes em uma semana

O ministro interino, Antônio Nardi, atualiza os casos de febre amarela no país – Valter Campanato/Agência Brasil (Reprodução)



  • 6/01/2018 20h57 – Brasília

Jonas Valente – Repórter da Agência Brasil


Desde julho de 2017 já foram registradas 20 mortes por febre amarela no Brasil. A informação foi divulgada pelo Ministério da Saúde em entrevista coletiva hoje (16). O último boletim epidemiológico, atualizado no dia 8 deste mês, mencionava quatro vítimas da doença. Ou seja, os óbitos registrados aumentaram cinco vezes. Os números foram apresentados pelo ministro interino da Saúde, Antônio Carlos Nardi.

Quando considerados os casos confirmados, o crescimento entre o boletim anterior e o atual também é representativo. No comunicado do dia 8, havia 11 registros. No documento desta terça-feira, o número saltou para 35, uma ampliação de 320%. Os incidentes ocorreram em matas, não havendo notificação até agora em áreas urbanas. Entre julho de 2016 e janeiro de 2017, houve 271 casos e 99 mortes, em um período marcado por um surto da doença.

São Paulo receberá 1 milhão de doses extras de vacina contra febre amarela

 

Doses extras vão garantir abastecimento até o início da campanha de vacinação em 53 municípios paulistas Divulgação/OMS/ONU (Reprodução)



  • 13/01/2018 16h24 – São Paulo

Bruno Bocchini – Repórter da Agência Brasil


O estado de São Paulo vai receber do Ministério da Saúde 1 milhão de doses extras da vacina contra a febre amarela. A intenção é garantir o abastecimento das unidades de saúde até o início de fevereiro, quanto terá início a campanha de vacinação em 53 municípios paulistas.

O acordo para o fornecimento das novas doses oi firmado pelo governador Geraldo Alckmin e pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros. No estado, a ação será concentrada entre os dias 3 e 24 de fevereiro, na campanha de vacinação, quando se pretende imunizar 6,3 milhões de pessoas – 1,4 milhões receberão a dose padrão e 4,9 milhões, a dose fracionada.

Operação contra uso de álcool por motoristas será feita em todo o país

Operação Lei Seca fiscaliza motoristas no Rio (Fernando Frazão/Arquivo Agência Brasil)Fernando Frazão/Arquivo Agência Brasil (Reprodução)



  • 12/01/2018 07h45 – Brasílialocalização

Da Agência Brasil


Departamento de Trânsito do Distrito Federal participará de mais uma ação de fiscalização no trânsito, que será realizada neste sábado (13), dentro do Fórum Permanente das Operações Lei Seca do Brasil e a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Como em todo o Brasil, as blitzes no Distrito Federal ocorrerão entre 16h de sábado e 4h da manhã de domingo (14). As operações marcarão o início das ações do calendário de mobilização nacional, que tem como meta diminuir os índices de acidentes decorrentes da combinação álcool e direção.

A ação deste fim de semana consiste na realização de diversas blitzes da Lei Seca, com pontos de bloqueio em ruas, avenidas e em locais estratégicos de todo o país. As Rodovias Federais também terão operações realizadas pela PRF.

Prefeitura do Rio usa mensagem no facebook para fazer alertas à população

Reprodução



  • 09/01/2018 06h09 – Rio de Janeiro

Cristina Índio do Brasil – Repórter da Agência Brasil


O Centro de Operações da Prefeitura do Rio (COR) está usando o serviço de mensagens (messenger) do facebook para se comunicar mais rapidamente com a população, tanto para receber informações sobre a ocorrência de situações anormais na cidade, quanto para fazer, com agilidade, alertas de chuva forte ou de qualquer outro tipo de problema.

O chefe executivo do COR, Guilherme Sangineto, disse que o uso das redes sociais pelo órgão começou pelo Twitter em 2011 e que agora a ideia é intensificar essa prática para chegar mais perto da população. “Nós entendemos que as redes sociais são um canal de mão dupla, uma vez que interagimos muito com a sociedade por meio dessas ferramentas”, acrescentou.

Bolsa Família: problema em cadastro bloqueia ou cancela 2 milhões de benefícios


  • 04/01/2018 13h39 – Brasília

Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil


Reprodução

Auditoria feita pelo Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU) identificou “indícios de inconsistência cadastral” nos dados sobre mais de 2,5 milhões de famílias que recebiam o benefício do Programa Bolsa Família. Do total, cerca de 470 mil famílias estavam enquadradas na faixa com renda per capita acima de meio salário mínimo. Nesse caso, os benefícios foram cancelados.

Cerca de 1,5 milhão de famílias tinham renda per capita entre R$ 170 e meio salário mínimo. Elas tiveram o benefício bloqueado e a liberação só será feita depois que o beneficiário fizer o recadastramento. Somando as famílias que tiveram o Bolsa Família cancelado com as que tiveram o benefício bloqueado, o total chega a cerca de 1,97 milhão.


Fake news: Controle na internet e desafios para as eleições de 2018

Reprodução



  • 05/01/2018 11h38

EBC


A partir de provedores localizados em diferentes países, notícias falsas, as chamadas fake news, têm impactado os últimos debates públicos mais relevantes, como as eleições nos Estados Unidos e os plebiscitos sobre a saída do Reino Unido da União Europeia e o acordo de paz entre o governo colombiano e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).

A menos de um ano das eleições gerais, agora é o Brasil que se vê diante do problema. Com um debate polarizado, o país corre contra o tempo. Diferentes instituições públicas convocam debates sobre medidas que podem ser adotadas para garantir um processo eleitoral democrático e transparente. Algumas propostas preocupam movimentos sociais, que temem que o alarde em torno das notícias falsas leve ao controle dos conteúdos pelas plataformas digitais e, com isso, à censura na internet.

PF, TSE e Ministério Público vão criar grupo para combater fake news na eleição


  • 04/01/2018 21h12 – Brasília
Jonas Valente – Repórter da Agência Brasil

Reprodução

Um grupo de trabalho será criado para desenvolver formas de combate às camadas notícias falsas (fake news, no termo em inglês). A instância deve ser composta por integrantes da Polícia Federal, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Ministério Público Federal. O foco do trabalho será a discussão de medidas que possam ser adotadas nas eleições deste ano.



O tema das fake news ganhou visibilidade recentemente pela grande disseminação, especialmente entre usuários e redes sociais. Essa prática causou polêmica como possível influência em processos eleitorais, como nos Estados Unidos e na França. O assunto foi objeto de uma recente série de reportagens da Agência Brasil.

A criação do grupo foi uma demanda do próximo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luiz Fux, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). O tema entrou nas discussões sobre as regras para o pleito de outubro. Contudo, não foi incluído na resolução aprovada no dia 18 de dezembro pelo TSE e ainda deve ser objeto de regras antes do início do processo eleitoral.

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