População pode impedir que haja jogo no Mineirão nesta quarta

Em entrevista coletiva nesta terça-feira, Polícia Militar diz que se os manifestantes fecharem todas as ruas e impedirem o acesso de torcedores e delegações ao estádio, nada poderá ser feito

PMs

Reprodução
PM se prepara para próximos protestos com aumento de efetivo

JULIANA BAETA/ JOANA SUAREZ

Em coletiva na manhã desta terça-feira (25), a Polícia Militar (PM) admitiu que a população pode impedir que haja jogo no Mineirão na quarta-feira (26). A partida está marcada para as 16h, entre Brasil e Uruguai, pela Copa das Confederações.

“Se as pessoas se mobilizarem para isso e fecharem todas as ruas, a gente não pode fazer nada. Significa que é a opinião da maioria para que não haja jogo”, disse o comandante geral da PM em Minas, coronel Márcio Martins Santa’ana. Já para o secretário de Estado de Defesa Social (Seds), Rômulo Ferraz, que também participou da coletiva, o jogo vai acontecer. “Vamos fazer de tudo para garantir que a partida aconteça e que os torcedores cheguem ao estádio”, salientou.

Diante disso, há a possibilidade de os jogadores chegarem ao estádio de helicóptero, caso realmente haja o impedimento no acesso das delegações ao Mineirão. A área da Fifa continua protegida.
O evento da manifestação na página do Facebook marcada para esta quarta já conta com quase 60 mil participantes confirmados, número contabilizado na última manifestação, que teve dois feridos e uma série de relatos de confrontos entre manifestantes e militares.

O número pode ser ainda maior neste protesto, já que o prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda, decretou feriado na capital nesta quarta por causa do jogo do Brasil e, desta forma, sem a necessidade de cumprir um expediente de trabalho, mais pessoas poderão participar.

A PM também prevê uma manifestação mais populosa e, em vista disso, o efetivo da corporação aumentou de 3.500 militares – equipe que estava nas manifestações desse sábado (22) – para 5.567 homens – que estarão nos locais de protesto nesta quarta. Além disso, 1.500 homens do Exército estarão em pontos estratégicos para conter possíveis atos de vandalismo.

Desta vez, segundo o coronel, a polícia não irá acompanhar a passeata ao longo da avenida Antônio Carlos, como tem ocorrido, mas ficará de prontidão nos cruzamentos das vias para garantir que não haja tumultos ou impedimentos no trânsito. O coronel ainda informou que há uma grande possibilidade de novos confrontos com a polícia, principalmente se os manifestantes insistirem em chegar ao Mineirão.

Fonte:  O Tempo

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