Rede social Atados estimula voluntariado em São Paulo

Site que será lançado amanhã já oferece mais de mil oportunidades, em 150 diferentes funções, e promete ser ponte entre pessoas que querem doar tempo para boas causas e instituições que precisam de apoio

Reprodução
André Cervi, Luis Madaleno, Daniel Morais e Bruno Tataren são os estudantes que criaram o projeto Atados
JUNTANDO GENTE BOA

Marina Maciel

Muita gente já pratica o bem no país. Estima-se que 35 milhões de brasileiros – o equivalente a 18% da população – doe tempo, dinheiro ou trabalho – ou todos eles – a instituições beneficentes. Essa taxa cresce a cada ano, mas a taxa de voluntários brasileiros é a metade da taxa mundial: mais de 2,5 bilhões de cidadãos se engajam em atividades voluntárias, o que equivale a 37% da população, de acordo com o Ibope Inteligência, em parceria com aWIN – Worldwide Independent Network of Market Research.

Intrigados com as estatísticas baixas quando comparadas às taxas mundiais, quatro estudantes de Administração de Empresas da FEA-USP – Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo – André Cervi, Bruno Tataren, Daniel Morais e Luis Madaleno – desenvolveram um site que será lançado oficialmente em 30/11 com o objetivo de ampliar o senso de comunidade na sociedade e levar cada vez mais pessoas a entrar nessa corrente.

Com o apoio de 70 organizações parceiras que atuam na cidade de São Paulo, a rede social Atados promete ser um espaço para facilitar o acesso a diversasoportunidades de voluntariado. Para garantir a escolha da causa ideal, o site leva em conta suas preferências de atuação, sua localização e o perfil de quem você vai ajudar. Nele, ainda é possível compartilhar atividades e experiências, além de estimular amigos a participar de ações voluntárias. Acompanhe também a iniciativa pela fan page Atados – Juntando gente boa no Facebook.

Além de incentivar a prática da cidadania, o voluntariado é capaz de munir o cidadão contra doenças emocionais, como depressão (saiba mais na reportagem Solidariedade preciosa). Segundo o Ibope, essa prática também não tem classe social: 43% dos voluntários são da classe C, 40% das classes A e B e 17% das C e da D. Em média, o voluntário doa 4,6 horas por mês.

Para inspirar você, selecionamos belas histórias, publicadas aqui no site do Planeta Sustentável:

Jovens constroem casas para famílias carentes
Isabel Allende, pela solidariedade feminina
Carla Kamitsuji: diário de uma médica sem fronteira
Céline Cousteau: mobilização pelo mundo 
Me formei bióloga para ajudar a minha comunidade
Peregrina do bem
Pérola Byington: Em prol da infância e juventude
Receita solidária
Luiz Fernando Prado: o salva-vidas do Brasil
Pierre Weil: Gente que fez a paz
Correspondentes: lição de amor em cartas

Fonte:  Planeta Sustentável

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