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Febre amarela leva União a reconhecer situação de emergência em 64 cidades


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  • 20/02/2017 20h37 – Belo Horizonte

Léo Rodrigues – Correspondente da Agência Brasil


O governo federal reconheceu situação de emergência em 64 cidades devido ao surto de febre amarela. As portarias foram publicadas no Diário Oficial da União de hoje (20) pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), vinculada ao Ministério da Integração Nacional.

Embora situadas em regiões afetadas pelo surto, três das cidades mineiras beneficiadas pela medida, e que são sedes regionais de saúde, não têm nenhum caso confirmado de febre amarela. Conforme o último boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde de Minas Gerais, divulgado na sexta-feira (17), Coronel Fabriciano, Governador Valadares e Manhumirim contabilizam juntas sete casos em investigação e três foram descartados. Também não há mortes suspeitas entre os moradores destas cidades. Por outro lado, como são municípios mais estruturados, suas unidades de saúde estão recebendo pacientes de cidades vizinhas.

Minas Gerais tem 109 casos confirmados de febre amarela

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Léo Rodrigues – Correspondente da Agência Brasil


O número de casos confirmados de febre amarela em Minas Gerais subiu para 109, segundo boletim epidemiológico divulgado hoje (30) pela Secretaria de Saúde do estado. O total de mortes confirmadas pela doença em Minas já chega a 40. Uma das vítimas provavelmente foi infectada no município de Januária, no norte do estado, mas foi diagnosticada e morreu no Distrito Federal.

Ao todo, o estado registrou 712 notificações de suspeitas de febre amarela, em 51 municípios. Além dos 109 confirmados, 19 casos foram descartados. Os demais seguem em análise. Setenta mortes que podem ter sido causadas pela febre amarela também estão sendo investigadas.

São Paulo e Espírito Santo também têm mortes por febre amarela, com três e um caso, respectivamente. Este já é o maior surto de febre amarela no Brasil desde 1980, quando o Ministério da Saúde passou a disponibilizar dados da série histórica. Até então, o ano com o quadro mais grave havia sido 2000, com 85 casos confirmados e 40 mortes.

Minas é o estado com mais trabalhadores resgatados


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Maíra Heinen


O Ministério do Trabalho divulgou os resultados de fiscalizações de combate ao trabalho escravo no ano de 2016. Os dados foram atualizados até 6 de janeiro deste ano.

Foram 108 operações, com 667 trabalhadores resgatados em situação semelhante à escravidão. Minas Gerais aparece em 1º lugar no número de trabalhadores resgatados, 141. Pará vem em 3º lugar com 77 trabalhadores resgatados e Maranhão em 6º, com 49.

Segundo o Ministério, os resultados de 2016 apresentam significativa redução de fiscalizações e resgates em relação a 2015. A pasta justifica os números por greves realizadas pelos auditores-fiscais e pela mudança de governo com o processo de impeachment no ano passado.

A produção agropecuária continua ocupando as primeiras colocações entre os ramos onde se verifica a existência de trabalho análogo à escravidão, mas segundo o Ministério do Trabalho, uma tendência apresentada nos últimos anos persiste: a ocorrência deste tipo de exploração em setores de atividades tipicamente urbanas, como têxtil e construção civil.

Minas contabiliza 152 casos suspeitos de febre amarela e investiga 47 mortes


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  • 16/01/2017 20h06
  • Belo Horizonte

Léo Rodrigues – Correspondente da Agência Brasil


Um novo boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) com dados sobre a contaminação de febre amarela no estado foi divulgado nesta segunda-feira (16). Já são 152 casos suspeitos da doença. Deste total, 37 já são considerados prováveis, uma vez que exames preliminares tiveram resultado positivo, mas a confirmação definitiva ainda depende da análise de outros fatores.

Entre os casos suspeitos, 47 vieram a morrer, sendo que em 22 deles a febre amarela já é apontada como a causa provável. Os demais estão sob análise. As mortes ocorreram nas cidades de Ladainha, Piedade de Caratinga, Ipanema, Malacacheta, Imbé de Minas, Ubaporanga, São Sebastião do Maranhão, Itambacuri, Poté e Setubinha.

Leonardo Seabra conquista 2º lugar da BR 135 e traz título inédito para o Espírito Santo


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O atleta capixaba Leonardo Seabra, da Ultra Sports, conquistou, na tarde desta sexta-feira (13), o segundo lugar da BR 135, ultramaratona com 217km, considerada a mais difícil do Brasil, realizada na Serra da Mantiqueira. (Fotos: Marcos Ladislau)

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Com 37 anos, o guarda-vidas, morador de Vila Velha, além de realizar um sonho pessoal, traz um título inédito para o Espírito Santo ao concluir a distância equivalente a cinco maratonas com o tempo de 31 horas e 18 minutos. Seabra se torna o capixaba mais rápido a concluir a BR 135, superando  o tempo do seu treinador e ultramaratonista Carlos Gusmão, que era de 32 horas e 12 minutos. O vencedor da BR 135 foi o mineiro Kleber Felipe dos Santos, que completou o duro desafio em 26 horas e 10 minutos.

Justiça aceita denúncia contra 22 pessoas e 4 empresas por tragédia de Mariana


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O rompimento da barragem do Fundão, que deixou 19 mortos, completou um ano no dia 5 de novembroLéo Rodrigues/Agência Brasil


Léo Rodrigues – Correspondente da Agência Brasil


A Justiça Federal aceitou a denúncia apresentada no mês passado pelo Ministério Público Federal (MPF) contra 22 pessoas envolvidas no rompimento da Barragem de Fundão, localizada próxima ao distrito de Bento Rodrigues, em Mariana (MG). Dessas, 21 são acusadas de inundação, desabamento, lesão corporal e homicídio com dolo eventual, que ocorre quando se tem a intenção ou assume o risco de matar. A Samarco, responsável pela estrutura, e suas acionistas Vale e BHP Billiton também se tornaram rés por diversos crimes ambientais. O engenheiro Samuel Loures e a empresa VogBR responderão pela emissão de laudo enganoso sobre a estabilidade da barragem.

Fundação refaz expedição no Rio Doce um ano após tragédia 07/11/2016

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Um ano após o rompimento da barragem na cidade de Mariana (MG), uma segunda expedição da Fundação SOS Mata Atlântica para avaliar a qualidade da água na bacia do Rio Doce constatou que 14 pontos de coleta permanecem sem condições de uso, sendo que 13 continuam sem vida. Outros três se recuperaram. A análise foi realizada de 19 a 28 de outubro.

Ao todo, foram 18 pontos de coleta, porém num deles não foi possível realizar qualquer verificação, pois está soterrado. Nove trechos apresentaram IQA (Índice de Qualidade da Água) péssimo, quatro estavam ruins, três regulares e um ótimo. Na primeira expedição, realizada entre 6 e 12 de dezembro de 2015, o IQA foi péssimo em 16 localidades e em duas a avaliação foi de regular.

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